terça-feira, 30 de agosto de 2011

Todo mundo quer ser Geração Y

Já percebeu quanta gente se autoclassifica Geração Y?
Com todo respeito, outro dia, em uma reunião com executivos, um senhor quase sexagenário se autointitulava Geração Y. Está na moda e a gente sabe que a moda consome, devora o conceito e regurgita o pouco que sobra, a aparência.
Parece que ninguém quer ficar de fora. Ser Y virou uma espécie de desejo de consumo de muita gente. Mais do que uma geração, estamos falando de um estilo de vida, de um conjunto de atitudes.
Há tentativas de definir a geração Y. Entre elas, o artigo da Wikipédia que diz o seguinte:
A Geração Y, também chamada geração do milênio ou geração da internet, é um conceito em sociologia que se refere, segundo alguns autores, à coorte dos nascidos após 1980 e, segundo outros, de meados da década de 1970 até meados da década 1990, sendo sucedida pela geração Z.
Essa geração desenvolveu-se numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica. Os pais, não querendo repetir o abandono das gerações anteriores, encheram-nos de presentes, atenções e atividades, fomentando a autoestima de seus filhos. Eles cresceram vivendo em ação, estimulados por atividades, fazendo tarefas múltiplas. Acostumados a conseguirem o que querem, não se sujeitam às tarefas subalternas de início de carreira e lutam por salários ambiciosos desde cedo.” (O grifo é meu.)

Apesar da definição, vejo pessoas com mais idade e com a mesma atitude. Ou seja, baixa tolerância à frustração, imediatismo, ambição desmedida, dificuldade de lidar com processos e com pressão, dificuldade para lidar com normas e regras, com limites de horários, busca de “individualismo” ou informalidade na forma de se vestir. Também noto alguns que questionam muito pouco sobre aspectos mais relevantes e significativos em relação aos objetivos de vida e autoconhecimento, apesar de adotarem postura de algum interesse sobre sustentabilidade – atitude que, de fato, mais cobram do que praticam.
Há um artigo baseado na pesquisa realizada pelo Professor Jean Pralong da Escola de Negócios em Rouen na França, com o qual simpatizo muito, que afirma o seguinte: “Não há diferença de gerações entre as atitudes das pessoas no trabalho”.
Na definição do professor, Geração Y é o título dado para distinguir as pessoas nascidas entre 1978 e 1994 e que são muitas vezes caracterizadas como tendo facilidade com tecnologia e atitude egocêntrica cínica no local de trabalho.
O estudo intergeracional realizado pelo Professor Pralong foi realizado com 400 participantes de formações semelhantes, variando de alunos até trabalhadores assalariados com 60 anos. O estudo mostrou que as atitudes no local de trabalho e ideias sobre carreiras da Geração X (nascidos entre aproximadamente 1959 e 1981) e da chamada geração Y são as mesmas.
O estudo mostrou que não existe diferença entre 25 anos de idade e 45 anos de idade no trabalho. Isso mostra, portanto, que no plano científico, “a Geração Y não existe”, afirma Pralong. O estudo foi publicado na Revue Internationale de Psychosociologie em 2010.
Quem ganha com a tal geração Y? Esta é uma pergunta que costumo fazer: A quem interessa? Quanto se fatura sobre as atitudes – ou falta delas -, desejos, angústias, dúvidas em relação aos jovens e aos não tão jovens assim, que buscam uma ideologia para viver?
A desculpa para alguns comportamentos está pronta, explícita e até reconhecida publicamente. Já ouvi pessoas dizendo: “Você vai ter que se acostumar porque eu sou Geração Y”.
Dorme com esse barulho!

Crise mundial eleva busca por investimentos seguros

GIULIANA VALLONE
TONI SCIARRETTA
DE SÃO PAULO
Crise EconômicaA corrida por ativos reais começou. Com a instabilidade nos EUA e na Europa, cresce a demanda por investimentos considerados seguros, como imóveis e ouro.
Aplicar em imóveis, porém, exige um grande volume de recursos, especialmente com a alta de preços no Brasil. Já a compra de ouro pode ser difícil para iniciantes.
Por conta disso, ganham espaço investimentos em fundos lastreados nesses ativos.
O número de cotistas nos fundos imobiliários cresceu 37,6% entre dezembro de 2010 e junho último, segundo a BM&FBovespa.
Santander, Banco do Brasil, Itaú e HSBC reforçaram a venda de fundos de ouro -o metal atingiu na terça-feira o recorde de R$ 96,50 o grama.
"Momentos de crise são benéficos para a captação dos nossos fundos", diz José Alves, sócio da TRX Realty, gestora de fundo imobiliário.
Alexandre Rezende/Folhapress
A corretora Ligia Zaborowiski, que alugará imóvel para executivos
Ligia Zaborowiski, que alugará imóvel para executivos
"Com um fundo, você tem a possibilidade de investir em imóveis com uma poupança menor", diz Carlos Martins, responsável pela área na Kinea, gestora ligada ao Itaú.
Além de diversificar a aplicação em imóveis com poucos recursos (há fundos a partir de R$ 10 mil), o rendimento é isento do IR -há taxação sobre o ganho de capital só na hora de vender a cota.
Quem compra imóveis tem o consolo de, se tudo der errado, ter o bem "em mãos".
"O investidor não é proprietário, ele trocou o tijolo pela cota", diz Martins.
"Imóvel sempre valoriza e rende aluguel. Tem de procurar lugares onde a oferta é menor do que a procura", diz a corretora Ligia Zaborowiski.
Ela comprou apartamento de 54 m², avaliado em R$ 700 mil, na avenida Juscelino Kubitschek (zona sul de São Paulo), que ficará pronto em 2014. Espera perto de R$ 10 mil por mês com a locação para executivos (1,42% ao mês, ou 148% do CDI, taxa que nenhuma aplicação paga).
O Santander tem um fundo de investimento em ouro aberto para clientes do "private". A aplicação começa em R$ 50 mil. O fundo tem capital protegido -permite ganhar na alta e na baixa.
"Investir em ouro diretamente é muito difícil. Nosso fundo ainda tem a garantia do capital. A contrapartida é a falta de liquidez. Quem coloca o dinheiro tem de ficar 12 meses sem resgate", diz Aquiles Mosca, superintendente do Santander.
"Ouro é o hedge [proteção] do mundo quando as coisas não vão bem. Comprar fundo pode ser bem prático, mas tem de ficar de olho no custo", afirma Amyra El-Khalili, ex-operadora de ouro da antiga BM&F.
Editoria de Arte/Folhapress

Mercado imobiliário atrai novos investidor

Campinas - Imóveis sempre representaram no Brasil uma excelente opção de investimento, e neste momento, de instabilidade do mercado de ações e de outros investimentos em razão da oscilação e da fragilidade da economia dos Estados Unidos e da dos países europeus, ganharam mais força. O volume de investimentos em imóveis no Brasil atingiu R$ 4,6 bilhões até o terceiro trimestre deste ano.

O valor já é 77% superior ao total investido em todo o ano de 2010. Em Campinas, o aumento registrado foi de 22% se comparado ao do ano de 2009. Um estudo feito pelo Secovi no primeiro semestre deste ano apontou que o mercado da região de Campinas cresceu 13 vezes em 4 anos, passando de 1.500 unidades ofertadas para cerca de 20 mil.

O crescimento do mercado imobiliário é a principal razão pela qual essa área se apresenta como investimento seguro e rentável. O presidente da Rede Imobiliária Campinas, Rodrigo Coelho, disse que as expectativas do mercado imobiliário regional são muito favoráveis para investimento. Além do aquecimento da construção civil, as obras regionais relacionadas à Copa do Mundo devem impulsionar ainda mais esse mercado.

"Os municípios da região metropolitana de Campinas terão uma valorização real de seus imóveis", afirma. "As opções de demanda, por conta desses eventos, serão muitas. Haverá um incremento na rede hoteleira, por exemplo, além da demanda por imóveis corporativos para empresas que estão se instalando na região" comenta.

O presidente da Rede afirma que há, basicamente, dois fatores que tornam o investimento imobiliário seguro. A imobilização do patrimônio é uma delas, pois imóveis são bens que não estão sujeitos à volatilidade dos mercados financeiros e mantêm uma constante valorização.

"A velocidade com que o investidor pode ser desfazer do investimento também é uma vantagem. Pode vender o imóvel na hora em que houver maior valorização." O potencial de valorização, segundo ele, diz respeito a melhorias e investimentos que regiões da cidade podem receber. Rodrigo Coelho disse que a região do bairro Botafogo, onde ficava a antiga rodoviária de Campinas, que foi implodida, foi comprada para ali ser construído um centro comercial. "Ali num futuro próximo será uma região de grande potencial de valorização, como outras áreas se valorizaram, entre as quais, a do Parque Jambeiro, área localizada na entrada de Campinas onde até alguns anos atrás não se faziam empreendimentos e hoje tem vários lançamentos. Outras duas regiões que cresceram foram a do Parque Prado e de Mansões Santo Antônio", revela. Rodrigo Coelho destacou ainda o entorno às margens da Rodovia Santos Dumont, que, com a expansão do aeroporto Internacional de Viracopos e com a vinda de empresas estrangeiras para aquela região, também tende a se valorizar. As alternativas para investir no mercado imobiliário são cada vez mais acessíveis.

Comprar um apartamento em longo prazo, por exemplo, e disponibilizá-lo para locação é uma das opções. Levando em consideração que as parcelas do financiamento diminuem a cada mês, diferentemente do aluguel, em alguns anos o investidor receberá a quantia total do que pagou pelo apartamento, mais o lucro. "O investidor comprou um imóvel, mas, teoricamente, não está pagando por ele. Esta é uma das propostas mais simples de aplicação financeira na área", aponta.

Se a intenção é obter lucro na venda, é preciso comprar um imóvel abaixo do preço de mercado. Assim é possível, pelo menos, vender a preço de mercado e obter algum ganho. "Muitos estão comprando imóveis antigos, porém bem localizados, para reformar e vender. Como agregam valor ao imóvel, conseguem ter margem de lucro", destaca. Segundo Rodrigo Coelho, a importância do auxílio de um profissional qualificado, que oriente o interessado sobre o investimento em imóveis, é fundamental para evitar frustrações e prejuízos financeiros. Obter uma avaliação distorcida quanto ao retorno que a aplicação pode proporcionar é, de acordo com o presidente, um dos principais erros dos investidores. "Se a intenção é comprar um imóvel para revender, por exemplo, é preciso avaliar liquidez, período de demora da venda, tempo que o dinheiro deve ficar aplicado e retorno financeiro obtido", explica. Para iniciar um investimento imobiliário, é importante selecionar imobiliárias por meio de indicação.

Optar por uma boa incorporadora e construtora, no caso de imóveis novos, é fundamental na hora da escolha. "Os lançamentos são ótimas oportunidades de investimento. A compra do imóvel na planta chega a superar 50% do valor pago, em alguns casos", afirma. Realizar um levantamento com a prefeitura de regiões da cidade que irão receber melhorias também é importante para uma previsão de futura valorização de áreas habitacionais. Os imóveis corporativos têm um rendimento de locação com um percentual superior ao de imóveis residenciais, e constituem um excelente investimento

Cuidado - Otimismo em excesso gera acomodação na carreira

Veiculação: 29/08/2011 12:05 | Por: BlumenauTI
Esperar demais para o futuro pode confundir o profissional, que se esquece de evoluir e se aprimorar para então galgar cargos maiores
Desejar um futuro melhor em termos de carreira e qualidade de vida não é nenhum pecado. Mas quando esse desejo passa a ser mais importante do que as próprias atitudes tomadas pelo profissional para se chegar até o objetivo, é hora de parar e analisar a situação: você pode estar sendo vítima do otimismo em excesso.
Um dos sintomas desse mal é o bloqueio da percepção da realidade, que pode gerar problemas mais complicados na carreira. Segundo o consultor Eduardo Ferraz, especialista em Neurociência Comportamental, esse tipo de situação pode acontecer quando o profissional se julga mais competente do que realmente é e deixa de se preocupar com o desenvolvimento das próprias habilidades e conhecimentos.
Qualificação
Segundo a última análise do Índice de Expectativas das Famílias (IEF), estudo realizado mensalmente pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 78% dos chefes de famílias brasileiros se sentem seguros com os atuais cargos. Destes, 35,8% estimam um crescimento profissional nos próximos seis meses. Por outro lado, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) revelou que a carência de profissionais qualificados atinge 69% das empresas, sendo que 78% delas procuram investir na melhoria desse quadro capacitando os colaboradores no próprio local de trabalho.
Anne-Louise Quarfoth/iStockPhoto
Logo, a segurança na carreira que muitos profissionais brasileiros têm pode ser um ilusão bem efêmera. "O fato é que muitos profissionais deixam de se aprimorar em suas carreiras por terem uma autoavaliação distorcida", afirma Ferraz, ressaltando que a tese do psicólogo e vencedor do prêmio Nobel Daniel Kahneman foi justamente calcada no fato de que o otimismo em excesso é uma regra no mercado de trabalho, não exceção. Segundo Kahneman, todos têm uma tendência inconsciente a se acharem mais qualificados do que realmente são.
"O ser humano é condicionado, instintivamente, a buscar o caminho mais fácil e toma decisões baseadas no prazer imediato. Por isso tantas pessoas se endividam, cuidam pouco da saúde e deixam a carreira seguir por inércia", pontua o consultor.
Atitudes valem mais do que pensamentos
Ferraz defende que todos os profissionais devem procurar fazer uma autocrítica mais justa e agir para promover as mudanças necessárias. "Esperar que o melhor aconteça em sua carreira, sem o devido esforço, é mera ilusão. Ninguém é promovido ou recebe uma proposta de trabalho maravilhosa apenas por sorte. Pensamentos positivos são importantes, mas ter atitudes realistas é essencial", garante.
Para evitar situações de otimismo exacerbado e, por conseguinte, surpresas na carreira (como angústia, baixa auto-estima, insatisfação e até demissão), nunca é demais, lembra Ferraz, investir no autoconhecimento e na análise das reais competências profissionais. "Aprimorar continuamente seus pontos fortes deveria ser a maior prioridade na vida de quem quer evoluir profissionalmente. Se você estuda, faz cursos de qualificação, aprimora seus talentos e é reconhecido por isso, seu otimismo na verdade é puro bom senso", conclui.

Fonte: Portal Administradores

Qual é o valor do marketing de conteúdo?


por Ethan Bloch em 29 de novembro de 2010
Marketing de conteúdo é uma habilidade relativamente nova que nenhum negócio on-line deve tentar evitar. Parece que cada conferência você assistir hoje, e cada guia você lê menciona a importância do marketing de conteúdo, mas onde é que o valor realmente mentira? A campanha de conteúdo robusto requer um investimento significativo de tempo e dinheiro, então se você estiver indo para fazê-lo, você precisa saber onde o retorno vem. Hoje nós revelamos várias maneiras que o marketing de conteúdo podem ser de grande valia para o seu negócio e recomendar certas estratégias necessárias para o sucesso.
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Construindo Relacionamentos
Um dos principais propósitos de marketing de conteúdo é aumentar as chances de que os visitantes se tornam clientes por não tentar vendê-los. Como pode ser isso, você pode estar se perguntando? Depois de tudo - todos os tradicionais estratégia de vendas on-line envolve lançando os visitantes do site em seus produtos e tentar convencê-los a comprar alguma coisa. Marketing de conteúdo pode realizar o mesmo objetivo que as vendas, só que sem a venda inicial. O segredo é a confiança.
É importante perceber que nem todos estão prontos para comprar seus produtos a partir de um clique AdWords ou visitar pela primeira vez para o seu site. No entanto, se eles têm a chance de aquecer a sua companhia um pouco, eles podem, eventualmente, estar preparado para gastar algum dinheiro com você. Em vez de bater-lhes com direito mensagem de alta pressão de vendas fora do bastão, tente apresentá-los com uma biblioteca de conteúdo, livre valiosas sobre o assunto que estão interessados ​​dentro Eventualmente, este usuário pode vir a apreciar o seu conselho livre tanto que eles desenvolvem uma confiança na sua perícia. Quando se trata tempo para essa pessoa comprar algo relacionado ao seu campo, eles estarão vindo direto para formar o seu website de pedidos.
Posicionamento se como um perito
Relacionadas com a idéia de construir a confiança com seu público é a estratégia de tornar-se um reconhecido especialista em seu setor. Em todos os campos, da medicina à arquitectura, os verdadeiros especialistas são fortemente publicado. Dos artigos aos livros, se você estiver no topo de seu campo, as pessoas a encontrar você através de sua publicações. Assim vai para blogs - por publicação de recursos definindo que demonstrar sua erudição na indústria, os pesquisadores à procura de um profissional top de linha virá a você depois de ler os recursos que você fornecer de forma gratuita.
Pense nisso como este - Se você precisava de planos para uma peça de maquinaria pesada, você preferiria comprar de um site que bate-lo com uma carta de vendas de genéricos e nenhuma prova da perícia, ou o cara que escreveu sobre a sua hora exata equipamentos e outra vez e demonstrou claramente um entendimento íntimo de suas necessidades como um negócio? A maioria iria escolher o último, porque ele é percebido como um dos maiores especialistas, e não apenas um vendedor. Esse é o valor do bem escrito conteúdo, fortemente divulgado.
Ranking do Search Engine
Todo mundo quer posição número um no Google para buscas relacionadas ao seu produto, mas somente um seleto poucos já viu uma colocação na primeira página. Este puzzle é tão crucial para resolver que algumas empresas gastam dezenas de milhares de dólares por ano em busca de consultoria de otimização. Estes "especialistas" rotineiramente derramar inúmeras horas em estudar o algoritmo do Google, tentando desesperadamente encontrar hacks pouco no sistema que eles podem vender a seus clientes como "uma rápida aumenta SEO." Todo o campo tem se tornado tão nublada com fumaça e espelhos vendedores que pode ser praticamente impossível para um empresário para alcançar com êxito a sua posição superior.
Quer economizar uma fortuna em maus conselhos e desbloquear o segredo do Google classificação em duas palavras simples? Aqui está - marketing de conteúdo. Relatórios de conteúdo de Marketing de hoje que "há apenas uma forma de [alto escalão no Google], criando um nicho para o seu negócio que precisa alvos as necessidades de informação dos seus melhores clientes." Um equívoco comum entre os iniciantes é que simplesmente ter um monte de conteúdo agrada Google, mas na verdade isso não é verdade. Não é a quantidade de conteúdo em si que o Google se preocupa muito sobre, é o número de links para seu domínio que atrai o conteúdo.
Assim Como o conteúdo de Marketing Posição Busca Ajuda?Ranking do Google é amplamente dependente do número de inbound links (links para a página de outros blogs e sites) que existem para o seu site. Conteúdo atua como isca para estes links - atrair leitores interessados ​​e instando-os a referência-lo em seu blog ou tomada social. Quanto mais conteúdo que circulam sobre um determinado assunto, mais as pessoas tendem a ligar para ele. Isto é como o Google determina a relevância - a maneira como o vêem, os links são como centenas (ou milhares) de pessoas estão gritando: "Esta página é valiosa a este tópico, mostre-alta nos resultados!"
Claro, existem vários outros fatores que afetam o ranking de busca, como palavra-chave densidade, conteúdo duplicado, etc Embora esses ajustes têm alguma puxar, eles nunca se pode comparar com o poder de ter uma variedade bolada de autoridade ligações de entrada. Há uma tendência a se concentrar em outras melhorias marginais antes de abordar a arma fumegante grande de marketing de conteúdo, porque eles estão sempre mais fácil e rápido de executar do que a autoria de uma pequena biblioteca de artigos. Isto é absolutamente a abordagem errada no entanto, porque tão difícil como é a criação de todo esse conteúdo, ajustes menores no total nunca pode fazer a diferença que o marketing de conteúdo pode.
Encontrar novos clientes
Até agora temos falado sobre como o marketing de conteúdo pode ajudar a construir relacionamentos com clientes e mantê-los voltar para mais. Além de simplesmente manter seus leitores atuais, marketing conteúdo também pode ser usado para encontrar novos clientes para seu negócio. Copyblogger, uma das maiores autoridades no campo da autoria de conteúdo e marketing, descreve cada pedaço regular de conteúdo que você lançamento como um "cookie saborosa que premia o seu público para consumi-la." Para atrair novos leitores, eles aconselham, você precisa de algo ainda mais atraente do que um cookie - eles chamam este conteúdo "bolo de aniversário."
Este conteúdo deve ser substancialmente diferente e muito mais em profundidade do que as suas mensagens regular - uma entrada de blog bacana novo não vai cortá-la. Por outro lado, um vídeo que resolve algum problema vexatório de frente para os recém-chegados para o seu campo é um bom exemplo do bolo de aniversário. Um recurso tão demonstra que você sabe seu material e têm o potencial para resolver inúmeras outras questões estes membros novo público pode enfrentar um dia. Outras boas escolhas incluem um eBook livre, papel branco, ou tutorial que fornece uma visão sem precedentes sobre aspectos específicos do seu campo e se esforça para fazer a diferença na vida do leitor. Conteúdo extenso e valioso como vai convencer os novos leitores que, acima de todos os wannabes outros no campo, você é o negócio real e merecem os seus leitores dedicados.
Bait For Your Autoresponder
Sabendo o número de visitantes a cada um de seus posts ou publicações outro conteúdo é importante, mas é ainda melhor se você pode determinar quantos deles estão retornando visitantes. Utilizando software analítico website, este tipo de discernimento se é possível. Quando você achar que você tem um elevado número de visitantes de retorno, um curso de autoresponder pode ajudar a convertê-los em compradores. O curso deve proporcionar ainda mais valor do que o seu conteúdo regularmente o faz, de forma a motivar as pessoas para que você possa enviá-las em uma base regular. O pior autoresponders são aqueles que consistem em nada, mas campos constantes de venda e conteúdo sem foco.
Estudar as tendências em resposta a suas mensagens de blog passado a fim de determinar uma habilidade específica ou problema seu público parece estar mais interessado em Use-o para desenvolver um 7-10 claro dia de endereçamento, resolução de problemas, e ir além desse problema, ou construção de uma certa habilidade com o domínio a nível de peritos próximo. Enquanto este conteúdo segue completamente com ele promete e faz uma diferença mensurável na vida do assinante, você pode acompanhar com um tom eficaz as vendas de uma para um seminário pago, materiais de treinamento avançado, conjunto de DVD, ou qualquer outros materiais que você desenvolver.
Integração Social MediaOk, então você tem todo esse conteúdo e um bom número de leitores organicamente visitando seu blog, ou vindo de Digg e Reddit, mas você realmente gostaria de expandir e trazer mais leitores do que nunca. Se isso soa como você, então marketing de conteúdo social é a chave para o crescimento exponencial, com um mínimo de esforço. Selecione o seu melhor novos conteúdos e compartilhá-los em um intervalo definido (digamos a cada dois dias) em suas contas social. A natureza das redes sociais (especialmente no Facebook) é que quando um usuário gosta de um pedaço de seu conteúdo, todos os seus amigos vê-lo em sua tela inicial.
Como as pessoas tendem a ter pelo menos alguns amigos like-minded, há uma boa chance de que o mero ato de seus leitores gostar e compartilhar seu conteúdo vai atrair os leitores ainda mais novo. Como este efeito bola de neve rola sobre, seu blog vai receber uma enxurrada de novos, o tráfego gerado organicamente que você pode bater com novos conteúdos e alimentar em seu autoresponder. Para manter essa roda girar, é importante incluir botões Easy Share com cada nova peça de conteúdo que você generare. Os leitores podem estar animado para mostrar às pessoas a sabedoria que você tem compartilhado com eles, mas se eles tem que sair de sua maneira de fazer login para a sua rede social e compartilhar o link manualmente, podem ser desencorajado. Botões compartilhar torná-lo de modo que possam mostrar o seu apoio para o seu site, simplesmente clicando em um botão.
Vantagem Competitiva
Bibliotecas de autoria expansiva de conteúdo original é uma forte barreira à concorrência pelo simples fato de que é difícil de replicar. Que leva centenas de horas-homem, um escritor dedicado de pessoal, folha de pagamento e compensação para construir a sua coleção de conteúdo. Blogs poucos, mas o mais ambicioso que o dinheiro ou tempo para se dedicar a competir com você.
Marketing de conteúdo também é um esforço contínuo, o que significa que você tem uma biblioteca inicial no lugar, você deve continuar a bomba na semana após semana, conteúdo de qualidade para permanecer relevante. Quanto mais você escrever, quanto mais você enviar a competição lutando para alcançá-los. Como eles tentam coincidir com o conteúdo, você já publicados, você estará liberando mais e ficar um passo a mais à frente.
Reciclagem conteúdo
Já pensou sobre como configurar um e-mail de resposta automática, ou enviar alguma mala direta? Felizmente as peças principais de suas mensagens de venda já existentes em suas postagens no blog. Ao invés de começar do zero, você pode facilmente levar pedaços do seu melhor conteúdo para criar as engrenagens de seus objetivos de marketing.
O melhor de tudo, o público já respondeu a este conteúdo, para que você saiba exatamente quais peças serão mais eficazes. Quando você compõe essas novas mensagens, combinar elementos semelhantes de suas melhores peças em separado, novos artigos e mensagens. Agora você pode reciclar estes para a sua nova lista de discussão ou ebook.
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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

6 coisas que você não deve fazer em uma negociação‏

Antecipar-se nas concessões e demonstrar insegurança são erros que podem colocar uma negociação em jogo

Camila Almeida, de
Sala de reunião
Propostas apresentadas também devem agradar quem está do outro lado da mesa
São Paulo - Na ansiedade de fechar acordos e ver seu negócio prosperar logo, muitos empreendedores confiam no instinto e deixam de lado as regras básicas de uma boa negociação ao sentar na mesa com potenciais clientes, parceiros e investidores. Confira, a seguir, seis erros que costumam ser cometidos durante negociações e saiba como evitá-los:

1. Fazer concessões antes do tempo
Um dos processos naturais da negociação é fazer concessões. Elas servirão como poder de troca para obter o que for mais importante para o seu negócio. Na pressa para concretizar o acordo, o empreendedor, por vezes, se adianta e já define quais suas concessões antes mesmo de se reunir com o outro lado, seja fornecedor ou cliente, e pratica a chamada concessão precipitada. “Em uma negociação, todas as possíveis concessões são o que consideramos importante matéria-prima para troca, ou seja, nós concedemos algo para obtermos aquilo que precisamos em troca”, explica o professor de cursos de negociação, Alfio Ferrari Filho. Com a falsa ideia de que isso irá agilizar ao processo, o empreendedor perde poder de barganha para analisar apenas o que lhe servirá de interesse. Em vez de ceder logo de cara, guarde bem suas cartas para, no momento oportuno, pedir algo valioso em troca.
2. Demonstrar insegurança
Seja diante de um fornecedor, cliente, parceiro ou investidor, você precisa passar credibilidade para o seu empreendimento e despertar nele a confiança em apostar no seu negócio. “O negociador profissional precisa controlar a emoção”, comenta Ferrari. O descontrole emocional, em geral, se origina na falta de preparo por parte do empreendedor e pode despertar insegurança e dúvidas em quem estiver do outro lado. Para evitar perder novas oportunidades, o professor recomenda fazer um check-list com os pontos que precisam estar esclarecidos: conhecimento sobre o produto a ser negociado e o mercado; conhecimento prévio das características da equipe que participará da negociação; análise do próprio poder de barganha, ou seja, o potencial para conseguir o que você quer da forma como deseja; determinação dos objetivos principais e possíveis concessões; definição dos limites da negociação.
3. Persistir no impasse
Quando não tem claro para si quais são os objetivos principais de uma negociação, o empreendedor pode acabar preso em impasses que poderiam ser resolvidas de maneira mais simples. Além de reduzir a insegurança, a preparação serve para que ele saiba de antemão o que pode ceder e propor trocas com o interlocutor. “Às vezes, as negociações travam por motivos que poderiam ser facilmente contornados, como valores e datas”, diz Ferrari. Fuja do impasse e leve soluções alternativas, sem se esquecer de que, se houver concessões, elas devem ser valorizadas para o outro negociador reconhecer o esforço e fechar o acordo.
4. Subestimar a concorrência
Queimar a empresa que compete no mesmo mercado que o seu já não cola mais. Quem quer que esteja recebendo sua proposta, precisa de motivos contundentes a seu favor para tomar a decisão, e não contra eventuais concorrentes. Fale sobre o mercado, sobre a inserção do seu empreendimento nele, destaque qual o diferencial em relação aos concorrentes e o que o cliente vai ganhar com isso.
5. Tomar decisões precipitadas
A pressa para encerrar uma negociação pode traz prejuízos para o empreendedor. Na hora de negociar com fornecedores ou com investidores, por exemplo, o ideal é comparar propostas diferentes e avaliar as vantagens de cada uma. Isso pode, inclusive, dar poder de barganha ao empreendedor nas duas frentes. “É preciso ter uma noção exata dos concorrentes e explorar o maior número de opções possível”, afirma Ferrari. Tome apenas o cuidado de ser transparente e deixar claro para todas as partes envolvidas que há outros no páreo.
6. Mostrar apenas o cenário perfeito
Na hora de negociar com investidores, faz parte da prepação levantar os possíveis desafios e dificuldades que seu negócio pode enfrentar. Mostrar somente o cenário positivo pode passar para à outra parte excesso de otimismo ou até ingenuidade. Pense em estratégias para três possíveis cenários - bom, médio e ruim - e não tenha medo de prejudicar a negociação ao mostrar que entende quais são os riscos. Isso mostrará a ele que você não está se atirando no desconhecido.

domingo, 28 de agosto de 2011

As 7 Leis da Liderança Eficaz


Dizem que existe um mistério no mundo e ele se reflete na causalidade, ou seja, na forma pela qual as coisas acontecem deste ou daquele modo. Nas organizações não poderia ser diferente, só que é mais simples de analisar que o mundo em suas complexas inter relações, pelo menos é um ambiente restrito. E neste ambiente, nada mais importante que saber fazer as coisas acontecerem em suas programações esperadas, ou seja liderar. Mas o que é importante mesmo para um lider?
Basta dar uma busca pela internet e ver o resultado quando o tema é liderança. Centenas de pessoas falam sobre liderança, suas vantagens e necessidades. A maioria chove no molhado, ao dizer que o líder é isso, o líder deve fazer aquilo, repisando os velhos modelões de gestores autocráticos, liberais, situacionais e por aí vai. Enfim, é preciso ter estômago para fugir da obviedade que se instalou neste segmento, principalmente quando meditamos sobre como o mundo virtual acaba empobrecendo, e não enriquecendo, a soma do conhecimento humano. Tornar mais fácil achar determinado assunto, não significa que ele é de qualidade, que digam isto os artigos que vemos pela web e que não passam de Ctrl C + Ctrl V dos que escreveram antes, num mix alienígena, personalista ou hiperconvencional.
Também é verdade que não se pode, neste ponto da história humana pretender ser original, mas sim, saber perguntar. Pensando nisto, e revendo aquilo que a experiência ensinou, aliado à informação que nos chega aos montes por diversos canais de comunicação, podemos operar sínteses, ou seja postular que aquilo de mais importante para uma liderança pode ser expresso em poucos e determinados comportamentos decisivos. Na verdade, estamos falando de empenho e eficácia na gestão. Quais são estes comportamentos? Vejamos um pequeno resumo abaixo, destes principais itens, deixando para um próximo artigo descrever as suas dimenões:
1 – A liderança não é um ato isolado ou sinfonia metafórica de atitudes personalistas que no final da carreira gera um livro e transforma alguém em guru de consultores e Ceos carentes. Mas, sim um processo de atuação. Se pararmos de ser líderes por um instante, a linha pára e nada mais se produz. Há um caráter sistemático e motivacional em estar-se sempre atuando como líder.
2 – Não trabalhe muito. Isto não basta. É preciso trabalhar muito e trabalhar bem. Os líderes devem, obrigatoriamente, mostrar a camisa suada e as mangas arregaçadas, todo o tempo. Devem ser humildes o suficiente para dizer por todos os poros à sua equipe: Façam como eu! A inspiração decorre de como a liderança trabalha e, principalmente como trabalha.
3 – É preciso criar desafios e metas e sempre renová-los, quando são alcançados. Ninguém pode motivar alguma equipe, caso não lance mão de objetivos renovados. Mas, atenção: as metas devem ser inteligentes (smart), quer dizer: específicas, mensuráveis, alcançáveis, realistas e com prazo para entrega dos resultados. Além do mais, devem considerar se a equipe está ou não preparada para atingí-las e, também se a organização oferece as mínimas condições para isto. Criar metas insustentáveis e gritar com todos para atingí-las é o cúmulo da ignorância.
4 – As experiências vividas dentro do ambiente confinado de uma organização, devem ter uma perspectiva de curto, médio e longo prazo. Além do mais, devem contribuir para que as relações internas, o clima e os procesos sejam melhorados e que proporcionem ganhos a todos (inclusive financeiros). Assim, o líder deve cuidar para que suas iniciativas sejam sustentáveis, ou seja, que por sua excelência de padrões, acabem entrando no Dna na empresa e contem, desde o start up, com a adesão dos colaboradores e da própria cultura organizacional. Líderes inspiram, sempre.
5 – O líder deve primar por uma gestão transparente. Isto quer dizer, que as pessoas devem saber o que se passa. Como é que se vai conseguir adesão, se não se sabe o que está acontecendo. Além de trabalhar bem, de ser ético e justo, diga a todos o que está fazendo e para onde queremos ir com estes esforços, tarefas e projetos. Isto elimina boatos e desestimula a rádio-peão. Não esconda o horizonte dos colaboradores com nuvens negras e ameaçadoras, típicas dos discursos menores, do tipo: ou fazemos isto ou seremos obrigados a reduzir os quadros ou seremos punidos pela direção. Ninguém aguenta trabalhar sob o tacão de ameaças veladas, estratégias de disfarce e sugestões subliminares. Diga sempre a verdade, com amor.
6 – Seja humano. Isto quer dizer que você deve compartilhar suas idéias (e até temores) com as pessoas de sua equipe. Conte sua história, deixe que os colaboradores sintam que você não é um ogro insensível e que só fala a língua das planilhas. Evidencie seu esforço para todos e deixe bem claro o tipo de comprometimento que espera e como pode ser alcançado. Perdoe algumas falhas menores, mas nunca releve sérios defeitos de caráter. No trabalho, seja o coach daqueles que precisam de desenvolvimento e nunca se esconda atrás de sua secretária. Seja gentil e atencioso, o que significa, no mínimo ser educado. Não cobre nada que você não possa fazer por si mesmo.
7 – Cumpra sempre sua promessa. Se conseguir manter sua palavra, terá o respeito, comprometimento e a admiração de todos. Não importa o que tenha dito, cumpra! Mesmo se precisar por força das circunstâncias voltar atrás, tente resolver a situação de forma ética. Deste modo, a melhor maneira é saber o que fala para não ter que engolir suas próprias palavras. Ninguém respeita o falastrão, aquele que promete mundos e fundos e não entrega nada, ou entrega muito pouco. Pergunte a si mesmo: Você manteria em sua equipe alguém assim? Use a sabedoria dos antigos: Deixe que sua reputação chegue nos lugares, antes que você.
Naturalmente, estes são pequenos indicadores de comportamentos adequados para a liderança moderna, o que não exclui toda a soma de competências técnicas necessárias e desejáveis. O que importa, nestes tempos de grandes mudanças é fazer com que as atitudes possam gerar situações enriquecedoras e sinérgicas e não o contrário. Muitas empresas ainda confundem entrega de resultados com açoitamento e traduzem gestão por objetivos por intimidação. Não que, às vezes, possamos colocar um pouco mais de pimenta no molho, mas nos olhos dos outros nunca é refresco. Quem é líder sabe até onde pode esticar a corda, quem é apenas chefe, não. O líder planeja tudo e assume responsabilidades, o chefe joga a culpa dos fracassos na equipe.
Por isso, ainda é necessário escrever sobre a liderança, mesmo que seja para oferecer uma perspectiva diferenciada, sobre a banalidade do tema. Liderar é fazer bem feito, mesmo quando não tiver ninguém olhando. É conjugar três verbos numa ontologia do presente: saber, fazer e querer. O que falta, mesmo é capacidade para estas funções. Eu diria, humanidade, também. Se você é ou quer ser líder, comece por praticar estas pequenas leis. Se você for sincero em sua busca, descobrirá outras, melhores e maiores. E assim, poderá verdadeiramente ser um exemplo inspirador para todos os que estão à sua volta e, quem sabe para as gerações que virão.

Por que Vivemos o Paradoxo da Farta Informação e Baixa Qualificação?


Alguém se lembra como era o mundo antes da internet? Interessante, parece que ela sempre existiu!
Você, utilizando a rede com assiduidade e intensidade, não é capaz de imaginar que esse extraordinário recurso está ai há tão pouco tempo e ocupou a vida das pessoas definitivamente.
Das pesquisas escolares às cientificas, tudo passa por consultas à rede. Realmente um novo ambiente, um novo mundo, e virtual. Terceira, quarta, quinta, que dimensão é esta?
Há alguns anos, a informação passava pela aquisição de livros, apostilas e as fotocópias, tão combatidas, além das aulas. Hoje a disponibilidade é fácil e farta. Cresceu em escala geométrica.
Quando você se interessa por algum assunto precisa telefonar para alguém, ir às bibliotecas, pedir material emprestado? Talvez algo específico, recomendado. Para uma primeira abordagem e contato com o assunto basta entrar na rede e fazer uma pesquisa. Encontrará não só informações como opiniões.
Paralelo a esse fato, denominado internet, as pessoas tem mais acesso a cursos técnicos e faculdades. Reúna os dois e estará possibilitando, a estas, condições de uma preparação profissional mais adequada, pelo menos no sentido do aculturamento.
Perícia, destreza, habilidade, capacidade de aplicação dependem de exercício.
É importante separar os conceitos de educação e treinamento. Educação engloba ensinar e aprender e treinamento o desenvolvimento de habilidades pela repetição. Posso perfeitamente saber tudo sobre música, sem que tenha habilidade para tocar um instrumento por não praticá-lo.
Os jovens hoje são mais esclarecidos e desinibidos que os de algumas décadas e têm farta informação. A mobilidade também é grande, muitos dirigem e tem seus próprios veículos. Quando não, utilizam os dos pais e de amigos.
A capacidade de se expressar e os meios para se comunicar são bastante desenvolvidos, então por que enfrentam dificuldades para colocação no mercado de trabalho?
Na opinião de muitos jovens não há vagas, em contraposição as notícias: Sobram vagas e não há qualificação!
Há um nó a ser desatado, não há?
Em um fórum poderíamos debater o que precisa de aprimoramento:
– A vaga ou o profissional? – O entrevistado ou o entrevistador?
Qualidade estabelece uma relação direta com valor. Produtos Premium estabelecem valores Premium.
Temos que lembrar que contratamos serviços e não pessoas. Aquelas com maior potencial para oferecer serviços de qualidade estarão nas empresas onde o conjunto – salários mais benefícios – forem recompensadores. É a lei da oferta e da procura.
Isto ainda não responde a questão: Por que temos farta informação e baixa qualificação?
Sobram informações e faltam informados? Sobram entendidos, falta entendimento?
Excedem as leituras, não há leitores?
A pergunta é simples e deve ser feita por gestores e candidatos: Que oportunidades estão disponíveis, quais as carências a serem supridas, como supri-las e em quanto tempo.
O mercado “aposenta” cedo demais profissionais experientes, ao mesmo tempo que procura “estagiários com experiência”.
Essa troca prematura, sem preparar substitutos, leva as empresas à deficiência organizacional que provoca perdas com desperdícios, erros e com oportunidades não observadas e exploradas.
A contratação de profissionais com baixa qualificação, por conta de baixos salários, cria administrações não só precárias como sofríveis.

Personagens do Mundo Corporativo: O Zé Ruela


No mundo corporativo existem muitas figurinhas carimbadas, e talvez a mais comum delas seja o “Zé Ruela”.
Quem nunca ouviu falar assim: “aquele cara de vendas é um Zé Ruela!”, “… e daí vem um Zé Ruela e mata todo o processo…”, “o cara que foi contratado é um Zé Ruela”. Afinal de contas, quem é esse tal personagem tão comentado nas rodinhas de funcionários?
Homônimos a parte, geralmente o tal Zé Ruela é um indivíduo sem atitude, com baixa capacidade de resolução de problemas, avesso ao envolvimento com tarefas que exijam responsabilidade; descompromissado ao extremo, faz parte do coro dos descontentes e dificilmente adota uma postura proativa, preferindo deixar como está para ver como é que fica. Resumindo: é alguém ordinário, sem importância, que está ali só por estar e mais atrapalha do que ajuda.
Se o funcionamento de uma empresa pode ser comparado a um motor e se as pessoas forem as engrenagens, o Zé Ruela é a engrenagem na qual faltam dentes. Não dá para contar com ele, porque foge do trabalho tal como os vampiros do alho (se bem dizem que o alho retarda o envelhecimento, e histórias de vampiros são mofadas de tão velhinhas).
Ficar um pouco a mais na empresa depois do expediente? Nunca! O Zé Ruela é o primeiro a arranjar compromissos fajutos para não poder esticar o horário. Treinamentos no final de semana, mesmo que sejam esporádicos? Nem pensar! O Zé Ruela acha que ele é a única pessoa que tem “outras coisas para fazer” aos sábados e domingos; o restante do pessoal que se dane. Ajudar a organizar o ambiente de trabalho (sala/departamento)? De jeito nenhum, pois o Zé Ruela entende que ambiente de trabalho é apenas o seu “quadrado”, e vive como se estivesse em uma ilha, sem se preocupar com o que acontece na baia ao lado. Nunca critique um Zé Ruela, mesmo em uma conversa particular, tête-à-tête, pois ele é incapaz de enxergar os próprios erros e certamente vai sair comentando pelos corredores que está sendo perseguido, que a coisa é pessoal, e por aí vai.
Naquelas conversas atravessadas que geram bate-bocas e discussões, pode ter certeza de que tudo surgiu por causa de um Zé Ruela que não tinha o que fazer e resolveu ocupar-se com a vida alheia. Zé Ruela que é Zé Ruela gosta de ver o circo pegar fogo, e passa adiante informações não confirmadas (da temida RP – Rádio Peão) e fica atrás da moita só assistindo de camarote.
O Zé Ruela não costuma ser convidado para nada, e quando o é, sempre reclama de tudo: da comida, da bebida, dos prêmios, do horário. É impossível agradá-lo, mesmo fazendo o que ele quer e o que pede.
Ah, o chefe advertiu o Zé Ruela em virtude de alguma atitude imprópria ou falha em procedimentos? Com certeza ele vai se defender mais ou menos assim: “eu fiz porque aqui todo mundo faz”, ou talvez “a empresa devia se preocupar com que faz tal coisa e tal coisa”, ou ainda “é, mas o fulano fez isso, isso e isso, e ninguém falou nada para ele”. Costuma achar que é o bode expiatório da empresa sem, no entanto, explicar por qual motivo. Assim, figuras tão insignificantes conseguem tornar-se o centro das atenções de uma hora para outra, e não porque cresceram em eficácia, mas porque suas burradas ficaram ainda mais aparentes e destoaram significativamente dos demais colegas de trabalho.
O Zé Ruela sossegadamente tira o pão da boca de quem trabalha direito, e nem fica com remorso. Age como se só a sua barriga roncasse de fome, como se fosse o único que sente frio por falta de agasalho e pensa sinceramente que a empresa deve bancar seus caprichos porque, já que foi selecionado para trabalhar ali, provavelmente deve ser o melhor profissional do mercado, um verdadeiro achado. Os headhunters das grandes corporações estavam dormindo no ponto e nem leram o currículo do sujeito.Ainda bem!
Nas empresas onde existe de fato a cooperação e o trabalho em equipe, todos têm consciência das necessidades uns dos outros e dividem tarefas sem maiores problemas: não há incômodo em trocar o toner da impressora, ninguém fica estressado por ter que ir ao almoxarifado pegar um pacote de papéis para a impressora e tampouco se for para fazer café para a turma – ou simplesmente pegar a garrafa na copa. Em compensação, nos locais onde o “zérruelismo” é prática corrente, será praxe sortear quem fará cada coisa porque muitos querem usufruir, porém pouquíssimos têm boa vontade; quando o azarado do Zé Ruela é incumbido de alguma tarefa, fica de cara feia, sai chutando cadeiras e portas, faz tudo com má vontade (quando faz), reclama o tempo todo e ameaça superiores com pedidos de demissão, entre outras atitudes impensadas e imbecis.
E quando o infeliz perde o emprego, então? A culpa é da chefia, do RH, da diretoria, do sindicato, do Presidente da República, do Conselho de Segurança da ONU… menos dele, que sempre é o injustiçado da história. Coitadinho do Zé Ruela, esse bichinho tão inofensivo!
Mas por que o Zé Ruela ainda existe? Simples: é porque algumas características dele são culturais, estão arraigadas e surgem em seu processo de formação. Elas vêm das primeiras lições sobre cidadania e comportamento. O Zé Ruela é moldado ainda pequenino, quando ainda está “verde”. Você certamente já ouviu aquela frase “pau que nasce torto…”? Pois é, acredito que ninguém nasce torto, mas pode vir a crescer torto por causa do terreno em que foi plantado. Salvo algumas raríssimas exceções, pessoas sem berço – isto é, bom caráter, disciplina, ética, civilidade, respeito, hombridade e afins – gerarão uma crescente legião de Zés Ruelas que fatalmente ocuparão os mais variados postos de trabalho e as mais diversas ocupações. Se bem que falar em “ocupações” nesse caso é mera licença poética, já que o Zé Ruela é um desocupado contumaz, desconectado da realidade. Em outras palavras, é um peso morto.
O Zé Ruela tem necessidade de atenção e faz de tudo para consegui-la. Um exemplo: há alguns anos conheci um rapaz que fazia questão de dar prejuízo na execução de suas tarefas, somente para mostrar ao supervisor de produção que ele ainda estava por ali: era prevaricador, fanfarrão, arruaceiro e arrogante; um profissional experiente, porém sem nenhum escrúpulo. E sabem o que era pior nisso tudo? O cara conseguiu um cargo de liderança! Uma catástrofe, sem sombra de dúvida. Na época surgiu burburinho incessante: quem era mais Zé Ruela, o dito cujo ou quem o promoveu? Que motivos havia para beneficiar alguém com tais (des)qualificações?
Hoje meditando sobre os fatos da época, consigo visualizar uma única explicação: o Zé Ruela era bajulador e o Zé Ruela-mor (leia-se, o superior dele) padecia de um mal chamado “estrelismo”: ele gostava de ser paparicado e de saber que tinha alguém na empresa como fiel seguidor e “cão de guarda”.
Juntou-se ali a fome com a vontade de comer e deu no que deu. Muita gente boa, inconformada com o absurdo, simplesmente resolveu ir cantar em outra freguesia, abandonando aquele navio fantasma infestado de ratos. Perda para aquela empresa, que resolveu apostar em certas soluções organizacionais de (duvidoso) baixo custo operacional e simplesmente naufragou, sendo comprada por seu principal concorrente.
O Zé Ruela é um cancro corporativo, responsável por boa parte das dores de cabeças dos gestores. Como a tendência desse corpo estranho é alastrar-se e contaminar estruturas adjacentes, ele acaba arregimentando simpatizantes por onde passa; alguém que já não andava muito satisfeito com a própria situação e acaba se deixando influenciar por um Zé Ruela, torna-se tão ou até mais impertinente do que o original. Vive como o piolho: andando pela cabeça dos outros.
Se você percebeu que às vezes sente vontade de praticar quaisquer desses atos, tome cuidado! A “zérruelice” é uma doença grave que fatalmente vai custar seu emprego e também pode acabar com sua carreira e futuras aspirações profissionais/pessoais/sociais, já que ninguém vai querer mais um chupim barulhento para sustentar.
Autor: Denilson Lima é formado em Gestão de Recursos Humanos e trabalha no setor automobilístico

sábado, 27 de agosto de 2011

Ninguém me ouve no trabalho

Suas ideias são sempre as primeiras a serem descartadas? Suas opiniões parecem sem valor? Saiba como mudar essa situação

Danielle Nordi, iG São Paulo | 26/08/2011 06:04

“Costumo dizer que quem não participa, boic
Foto: Getty ImagesAmpliar
Timidez e insegurança frequentemente dificultam a exposição de ideias
ota. Não importa se for apenas uma ideia ou um grande projeto”, afirma Marcelo Cuellar, executivo da Michel Page, empresa de recrutamento especializado em gerência e alto executivo. Por isso, afirma Marcelo, a importância do gestor dar oportunidade aos seus funcionários para que participar das reuniões trazendo novas ideias e propostas é enorme. Com isso, a equipe permanece mais focada e unida.

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Quando o trabalho é motivo de doença
Por outro lado, o executivo explica que existe diferença entre realmente não ser ouvido e ter a sensação de que ninguém leva suas opiniões em consideração. “Muita gente acha que ser ouvido é ter uma ideia aceita, mas isso não é verdade. A realidade hoje é muito mais competitiva do que há 30 anos. Tudo é mais contestado. As ideias não deixaram de ser ouvidas, apenas não são mais tão facilmente aceitas”, aponta.

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Alguns gestores realmente têm dificuldade para ouvir seus funcionários. Nestes casos, a falha é da empresa que não possui um procedimento que possibilite aos seus colaboradores uma contribuição mais efetiva. “Poder se expressar é muito importante no ambiente corporativo, pois é a base de grandes ideias”, afirma a consultora de Recursos Humanos da Catho Online Rafaela Almeida. Mas e se a empresa estimula o funcionário a participar e a contribuir com novas propostas e mesmo assim alguns não conseguem se impor? Neste cenário, o funcionário precisa entender onde está errando.
Problemas comuns
De acordo com com a diretora da Stanton Chase, empresa de recrutamento de executivos, Selma Morandi, um dos problemas mais comuns é não ter segurança suficiente para defender seu ponto de vista. “O enfrentamento é inevitável. Para poder encarar todos os questionamentos que uma ideia nova provoca é preciso entender muito bem do que está falando.”

Segundo Rafaela, no ambiente corporativo, é preciso ter jogo de cintura e saber o momento adequado de falar. “Além, claro, de ter ótimos argumentos. Para expor suas ideias, utilize dados concretos. Evite dar apenas opiniões.”

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Marcelo diz que muitos funcionários ainda não sabem como contribuir com novas perspectivas da forma correta. “A maneira como algo é mostrado importa muito. Email, por exemplo, não tem tom de voz nem sensação de urgência. Não é a melhor forma de comunicação se você precisa ‘vender’ seu ponto de vista.”
Ousadia também é fundamental, diz Selma. “Pessoas tímidas ou inseguras, que tenham medo de críticas, apresentam mais dificuldade em se expor. Isso não quer dizer que elas não tenham nada para acrescentar, apenas que não sabem como fazê-lo.” Ela afirma que são justamente os mais ousados os primeiros a se sobressaírem. “O marketing pessoal, hoje, vem em primeiro lugar. Um profissional pode ser ótimo, mas se não souber se ‘vender’ terá mais dificuldade em ser notado.”
Marcelo ressalta que procurar outro emprego pode ser uma forma precipitada de resolver o problema. “A pessoa pode ter dificuldade em se expressar. Se mudar de emprego, a inabilidade de se comunicar ainda estará lá. Antes de tomar essa atitude, é preciso identificar se o problema é o funcionário ou a empresa.” Se for a empresa, segundo ele, aí sim a troca de local de trabalho deve ser pensada.

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Discordar do chefe pode?
E se o ponto de vista que o funcionário deseja expor vai de encontro ao do chefe? Nestes casos, civilidade é a palavra-chave. Quando for discordar de alguém hierarquicamente superior, os argumentos precisam estar bem apurados e a maneira de se expressar deve ser cordial.

“O essencial é ouvir o chefe primeiro e entender suas motivações. A gente pode e deve discordar se temos opinião contrária”, diz Marcelo Cuellar. Segundo Selma Morandi, é importante que o profissional não concorde com uma ideia do chefe apenas para agradar. “A divergência de opiniões existe, sempre de forma civilizada. Ter dados para balizar seu ponto de vista também ajuda muito quando se discorda do chefe.”
Dicas de como ser ouvido no trabalho
O iG reuniu as dicas dos especialistas consultados nesta matéria e preparou um guia para você poder aprender a se comunicar e expor suas ideias de maneira mais eficiente no ambiente corporativo.

- Procure dar idéias pessoalmente. Email deve ser usado apenas para oficializar algo que já foi discutido
- Conheça não só o assunto e como também o posicionamento da empresa em situações parecidas
- Utilize argumentos objetivos sempre. Evite opiniões
- Não seja agressivo ao defender uma ideia
- Tenha postura profissional mesmo durante uma discussão acerca de sua opinião
- Seja respeitoso ao se dirigir a um colega ou ao superior
- Não leve a discussão para o lado pessoal
- Seja ousado e não tenha vergonha de se expor diante de todos
- Seja flexível e receptivo às ideias dos colegas
- Seja cortês e humilde. A empatia é muito útil no ambiente de trabalho
- Não deixe conflitos pendentes. Qualquer tipo de desconforto deve ser esclarecido para evitar discórdia e fofocas que ofusquem suas opiniões

Especialistas indicam 20 perguntas que você deve fazer ao recrutador antes de aceitar um convite de emprego

Crédito: Samuel Casal
 - Crédito: Samuel Casal
A entrevista de emprego virou um processo rigoroso, em que as empresas deslocam uma série de profissionais para avaliar e falar com o candidato — um diretor, uma pessoa de RH e o chefe imediato. Isso ocorre porque elas querem ter certeza de estar contratando a pessoa certa. O candidato também tem o direito — e a responsabilidade — de saber se ele vai dar certo na vaga. Para isso, deve aproveitar a entrevista de emprego para se informar. Isso se faz perguntando. Ouvimos o coach Cláudio Yusta e os headhunters Luiz Carlos Cabrera, da Amrop Panelli Motta Cabrera, e Sheila Nowicki para selecionar 20 perguntas que você deve fazer antes de aceitar um convite de emprego.
Perguntas pessoais
O enfoque é você e o objetivo é entender por que foi o escolhido entre outros candidatos. as questões servem para descobrir a imagem que a empresa faz de seu perfil profissional.
1. Por que você me escolheu?
2. Por que o cargo ficou vago? o que ocorreu com o profissional que o ocupava?
3. Qual é o principal conselho que você pode me dar para ter bom desempenho?
4. Que dicas você me daria para uma melhor adaptação?
5. Quais são as possibilidades de crescimento profissional que eu tenho dentro dessa organização?

Sobre a expectativa do chefe
Há expectativas que estão na cabeça de seu chefe que ele não conseguirá dizer com facilidade. entender essas coisas são o segredo de um início mais tranquilo no emprego. e, se você acha que não é bom em algo, conte para ele também.
6. o que você espera de mim nessa posição?
7. existem mudanças que você quer que eu faça?
8. Quais são os pontos mais importantes que você vai considerar na minha avaliação no final do ano?
9. Quais características fazem um profissional ser excelente na sua equipe?
10. Qual seu estilo pessoal de gestão? esse mesmo estilo é adotado na empresa?
11. Quais tipos de comportamento você considera fundamentais para eu ser visto com um profissional de sucesso, além do resultado?

Sobre o cargo
Aqui, a meta é detectar a visão que a empresa e seu chefe imediato têm sobre o cargo que lhe foi oferecido. É importante ter uma clareza razoável do desafio que o espera e verificar se o trabalho condiz com suas competências e aspirações de carreira.
12. Quais são os principais desafios da posição?
13. Quais são as ações imediatas que você espera que eu tome e qual é o cronograma?
14. Fale da equipe que eu vou liderar.
15. Quanto tempo eu tenho para apresentar um plano de ação?
16. Quais as dificuldades que você enfrenta e eu vou ter de enfrentar na empresa e na área?

Sobre a cultura da empresa
Nas entrevistas que você fizer, tente entender como a companhia é percebida pelas pessoas que lá trabalham. Veja qual é a cultura e quais são os valores considerados importantes. Compare as respostas que cada profissional dá a você e se elas têm consistência entre si.
17. Quais os valores que você detectou em mim que combinam com os da empresa?
18. na sua trajetória nessa companhia, quais valores que você aprendeu são importantes para mim?
19. Como você vê a empresa daqui a cinco anos?
20. Quais tipos de comportamento são inadmissíveis na cultura dessa empresa?

Empreendedorismo


6 dicas para revolucionar o dia a dia da sua empresa

    Publicado em Quinta, 25 Agosto 2011
Publicado por Thiago Prado
Confira seis passos para mudar a rotina da operação e trazer resultados mais significativos para o negócio.


Para obter melhores resultados, além de ouvir seus funcionários, trabalhe com o estímulo e envolvimento nas mudanças

Funcionários desestimulados e falhas em tarefas simples do dia a dia podem ser sintomas de que o seu negócio precisa de correções de rumo. Nesta hora, é papel do líder identificar as ações que devem ser tomadas e interferir na rotina da operação o mais rápido possível, para que a empresa reencontre o seu caminho.
“A principal dificuldade, na grande maioria das empresas, é definir e entender corretamente os problemas a serem atacados”, diz o consultor do Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG), Fernando Luz Lara.
Confira a seguir algumas dicas do especialista para identificar os gargalos do seu negócio e implantar as mudanças necessárias para remediá-los com sucesso:
1. Olhe para os indicadores
Para entender quais são os problemas que precisam ser atacados, explore os indicadores de desempenho da empresa. Verifique o grau de satisfação do mercado em relação ao seu produto ou serviço através dos clientes, acionistas e funcionários. Índices de devolução de produtos ou percentual de refugo, por exemplo, podem apontar para falhas na operação que, se detectadas tardiamente, vão impactar na receita da empresa.
2. Fique atento aos processos
“Os gestores precisam entender que os resultados saem da operação e esse dia a dia operacional ou administrativo é a base para a melhoria contínua”, explica o consultor. Dedique-se a observar como são conduzidas as atividades diárias e trabalhe para aprimorar os processos. Em um hotel, por exemplo, o gestor deve acompanhar de perto quanto tempo uma camareira leva para arrumar um quarto e observar a qualidade do serviço. Assim, ele poderá avaliar como esta rotina pode ser melhorada, evitando acúmulo de serviço, atrasos na liberação de quartos e, no fim, a insatisfação do cliente.
3. Inspire a mudança
Segundo Lara, o processo de mudança deve começar pela alta direção, com um esforço do gestor para aprimor suas habilidades. O consultor destaca a importância de que a direção participe e acredite no processo de mudança. Conte, então, com a cooperação de funcionários chave para iniciar processos de melhorias em áreas pilotos e, posteriormente, repassar o conteúdo aos demais colaboradores, concluindo a implantação.
4. Ouça os funcionários
De acordo com Lara, muitas das melhores soluções adotadas pelas empresas para resolver problemas na operação vêm dos próprios funcionários. “São melhorias simples, baratas, criativas e, às vezes, surpreendem pelo grau de inovação envolvido.” Depois de ouvir seus funcionários, elabore um plano de ações, tanto para a gerência como para a operação. Qualquer que seja a sua escolha para inserir no sistema de gestão, o acompanhamento é indispensável para não perder credibilidade. “É por isso que a liderança é tão fundamental.”
5. Desperte o interesse contínuo
A garantia de resultados positivos para a empresa também vem do estímulo dos funcionários. “O principal valor é o do constante aprendizado e participação”, diz o consultor. Segundo o especialista, as pessoas gostam ser ouvidas e envolvidas no processo de mudança. Elas devem ser desafiadas com metas de melhoria, desde que tenham recursos para alcançar tais resultados.
6. Mantenha os resultados
Manter o novo patamar de resultados alcançados é o maior desafio, segundo Lara. É como alguém que faz uma dieta radical e depois precisa se esforçar para manter-se magro. Em geral, as empresas elaboram o plano plurianual, mas dão pouca atenção aos resultados a cada ano, quando poderiam realmente verificar se as mudanças de fato fizeram efeito ou se ainda são necessários ajustes. Para não deixar que os esforços de transformação se percam na rotina, deve haver um alinhamento entre a visão de curto, médio e longo prazo. “Não adianta só melhorar, é preciso manter”, recomenda o especialista.

7 Dicas para Administração do Tempo

2 de março de 2010 por: Fred Graef
Quando chega o final do dia você sente que fez várias coisas mas que não fez o importante? Você sente que atravessa os dias e que não administra a sua vida? Para administrar sua agenda e sua vida, você precisa de 3 coordenadas: onde você está, para onde você vai e porque você quer ir.
Onde você está é a sua situação atual. Para isto, é necessário auto-crítica e auto-observação. Você deve se perceber. As suas metas representam a coordenada para onde você vai. Seus valores definem a coordenada do porquê você quer ir para suas metas. Administrar o seu tempo é priorizar o que é importante para você, é você fazer o que te aproxima das tuas metas e que faz você viver os seus valores. O resto é secundário e é perda de tempo (ou de vida).
Abaixo seguem 7 dicas para você melhor administrar o seu tempo.

[1] Defina suas metas. Para isso, utilize o modelo SMART (acrônimo para eSpecífica, Mensurável, Atingível, Relevante, Tempo) para cada meta. A meta deve ser eSpecífica, Mensurável (você pode medir para acompanhar o seu avanço), Relevante (por que você quer esta meta?), Atingível (você acredita que pode alcançar a meta?) e ter um Tempo (data limite para conclusão).

[2] Use a Lei de Pareto. Ela diz que 20% das causas são responsáveis por 80% dos efeitos, isto é, 20% do que você faz explica 80% dos seus resultados. Assim, pense em quais são as atividades principais que você precisa realizar para atingir a sua meta SMART. Garanto para você que as principais não passarão de 5.

[3] Analise a sua agenda e a alocação do seu tempo na sua última semana ou no último mês. Classifique atividades em A, B, C, D ou E. Esta classificação tem a ver com o efeito que as atividades têm sobre 2 das principais coordenadas da Administração do Tempo: metas e valores. Quando você faz ou deixa de fazer uma atividade A você gera um alto efeito (positivo ou negativo) sobre suas metas e sobre seus valores. Uma atividade B tem médio efeito, e geralmente está liga às demandas de outras pessoas, e não necessariamente às suas metas ou seus valores. Uma atividade C é gostosa de fazer mas tem zero de efeito sobre as suas metas ou seus valores (por exemplo, navegar na Internet). Uma atividade D é delegável e uma E é eliminável.

[4] Reorganize a sua agenda. Coloque o máximo de As pois são as atividades que te aproximam das tuas metas e valores. Reduza e controle as Bs, elimine as Cs, delegue as Ds e elimine as Es. Você ganha quando coloca o foco nas As e dá uma pequena olhada para as Bs.

[5] Acesse seu e-mail em horários fixos em no máximo 2 vezes por dia (salvo se você souber que está esperando algo importante). Checar a caixa de entrada a todo instante não te ajuda a se aproximar das tuas metas nem de viver os teus valores.

[6] Assim que abrir um e-mail, aplique o tema de LARA sobre ele, isto é, ou Lixo, ou Atue, ou Remeta para alguém se encarregar da tarefa ou tiver que fazer algo com o e-mail ou Arquive (para caso você precise depois). Não deixe o e-mail parado na caixa de entrada. Isto drena tua energia e te faz perder foco.

[7] A última e mais importante dica é a seguinte: quando você for planejar a sua semana, o seu dia ou quando surgir qualquer atividade para você agendar, faça a você mesmo duas perguntas: esta atividade me aproxima das minhas metas? Esta atividade me faz viver pelos meus valores? Aí fica fácil decidir.
Tenho certeza que, de uma forma ou de outra, você terá um sentimento positivo no final do dia se usar estas dicas. Quando você se aproxima das suas metas e vive pelo que é importante para você (seus valores) a sua felicidade e o seu senso de propósito aumentam. Use as dicas acima e administre melhor a sua vida e o seu tempo.

O poder dos relacionamentos nas redes sociais

É fundamental fazer um trabalho de muita pesquisa e paciência, estabelecendo critérios para decidir a quem se conectar nas redes de relacionamento
Como toda ação de marketing, a presença das empresas em redes sociais devem ter foco para que assim, consigam o resultado desejado. O que tem se observado no fenômeno das redes sociais é como os relacionamentos se tornaram cruciais para a maximização da audiência da empresa. O segredo está em como se relacionar e com quem se relacionar. Para falar sobre o tema, conversamos com a publicitária e sócio-diretora da Agência de Comunicação Central Brasil, Cinthia Van de Kamp.

O planejamento é crucial para a boa utilização das redes sociais. Qual deve ser o critério para selecionar aqueles com quem a empresa vai se relacionar?

É necessário ter um foco, como em toda ação de marketing. Antes de qualquer coisa, definir os seus objetivos nas redes sociais. Isso vai pautar todas as suas decisões quanto ao uso deste meio. Se a empresa visa a sua promoção e oferecer um atendimento mais amplo ao seu público, precisa se relacionar com clientes e potenciais clientes. Se visa informar e acompanhar seus colaboradores e parceiros mais de perto, deve estabelecer um relacionamento com funcionários e fornecedores. Quando o intuito é observar o mercado, atualizar-se rapidamente sobre o seu segmento e inserir-se dentro de um grupo, é necessário estabelecer ligações também com especialistas, outras empresas (mesmo concorrentes), veículos de comunicação, órgãos e entidades competentes. Vale destacar que, dependendo do foco da empresa nas redes sociais, também é importante avaliar se o seu perfil ou canal estará aberto a todos os públicos, ou se o mesmo terá acesso restrito. Por exemplo, se a finalidade é discutir projetos da empresa que ainda não foram implementados, vale criar um grupo fechado. Por outro lado, se o interesse da marca está em divulgar rapidamente os seus lançamentos, tanto ao cliente alvo quanto aos seus colaboradores, pode pensar em algo que esteja aberto a todos.

Como maximizar a audiência através das pessoas com as quais a empresa se relaciona?

Em síntese, o importante é marcar presença onde os seus contatos estão, tanto por meios on-line quanto off-line, abastecendo-os de informações, produtos e serviços diferenciados, além de estabelecer interações contínuas com eles, evitando o simples disparo de informações e fomentando os diálogos. Quanto mais boca a boca gerar de forma positiva sobre a sua marca, mais chances ela tem de ver sua audiência crescer. Existem vários pontos que devem ser trabalhados em conjunto: aproveitar a rede de relacionamentos que a empresa já tem; participar das redes sociais onde os seus contatos já estão; inserir os seus endereços de blogs, microblogs e redes de relacionamentos em seu site, cartão de visitas, assinatura de e-mail e outros materiais de comunicação; manter um mailing sempre atualizado, adicionando os seus contatos ao seu perfil nestes canais; oferecer o melhor em produtos, serviços e conteúdos (incentivando as recomendações); para alguns clientes e parceiros especiais, formadores de opinião, fornecer conteúdos exclusivos em primeira mão; ajudar membros de grupos e comunidades a esclarecerem dúvidas sobre os seus produtos, serviços e segmento de negócio; valorizar o que eles (e os amigos deles) estão dizendo nas redes sociais sobre questões que possam estar vinculadas à empresa e seu segmento; responder a perguntas e comentários com atenção e sem demoras; etc. Por fim, eu gostaria de dizer que, neste ambiente, é mais importante ter um punhado de "amigos" ou seguidores que, de fato, estejam interessados e dispostos a se relacionarem com a sua marca, do que ter milhares de pessoas que seguem, mas não interagem com a empresa.

De que forma podemos aproveitar as conexões dos amigos e seguidores para maximizar a audiência da empresa na rede?

É como ir a uma festa onde você foi convidado. Normalmente, você começa dialogando com os seus amigos, eles o apresentam a algumas pessoas e, com parte delas, parecem haver alguns pontos em comum, identificados durante as conversas. É justamente ao encontrar alguma espécie de vínculo, que uma conexão, de fato, se inicia. Não recomendo que uma empresa passe a adicionar todos os amigos dos seus amigos. Neste caso, ela poderia até ser mal vista nas redes sociais. O ideal é que seja feito um trabalho de muita pesquisa e paciência, estabelecendo critérios para decidir a quem se conectar, através de sua rede de relacionamentos. Mais uma vez, lembro que o poder da recomendação de um cliente bem abastecido de informações e satisfeito é muito maior.

Qual a importância dos hubs para o perfil das empresas nas redes sociais?

Os hubs têm o potencial de conectar marcas e empresas a mais pessoas, em menor prazo, já que eles têm alto volume de conexões. Se bem selecionados, ou seja, se estabelecidos hubs sociais que costumem falar de temas que possam ter algum ponto de ligação com a sua marca, podem ser poderosos aliados. Tudo vai depender de uma série de fatores, como quem segue estes hubs, o tipo de informação sobre a sua empresa que ele vai compartilhar, o horário em que ele fará isso e a situação do momento. Este é um caso que trata do poder da recomendação. Se uma pessoa influente publicar no Twitter, em horário nobre, que tem um lançamento imobiliário imperdível na região (e se os seus seguidores fizerem parte do público-alvo do empreendimento), há grandes chances de que a promoção gere bons resultados. De qualquer forma, é algo que deve ser muito bem planejado estrategicamente e, em muitos casos, também financeiramente.

Como localizar e ter um relacionamento de qualidade com profissionais relevantes do setor nessas redes?

O processo sempre acontece de dentro para fora: ou seja, você inicia um relacionamento com quem já conhece, por meio das redes sociais e, gradualmente, vai se aproximando daquelas pessoas com quem gostaria de manter contato, mas ainda não tinha qualquer vínculo. É muito mais fácil ter uma resposta e ser recomendado por alguém que o conhece, do que de alguém que você acabou de adicionar sem que tenha havido alguma interação anteriormente. Hoje também é importante participar de grupos e comunidades onde há o intercâmbio de informações, pois essa é uma maneira de se destacar entre profissionais que ainda não o conhecem. As redes sociais sempre existiram no mundo real, e o que ocorre no mundo digital é um reflexo disso. O bom relacionamento com profissionais já deve existir nas reuniões e eventos dos quais os mesmos participam, e o mesmo pode ser reforçado e continuado nas redes de relacionamentos. Quando este é o foco, vale participar de uma rede profissional, como o Linked-in ou de uma rede especializada em determinado setor, além de explorar outras ferramentas, como o Skype ou MSN. Como em todo lugar, é importante seguir regras de etiqueta, tratar as pessoas bem, valorizar o que elas têm a dizer, e agregar valor aos diálogos, com informações que outros profissionais do setor também buscam.