segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Seus valores e virtudes te fazem próspero e feliz?

31 ago
Acabei de ler o livro Atlas Shrugged (A Revolta de Atlas) de Ayn Rand e tive uma série de insights sobre que escolhas podem ajudar a criar liberdade e felicidade em alinhamento com propósito de vida, paixão e lucros. Apesar de ter sido publicado em 1957, na minha opinião, a história encaixa-se perfeitamente nos dias de hoje.
Na mitologia grega o Titã Atlas recebe de Zeus o castigo de carregar o mundo nas costas. Esta é uma metáfora utilizada por Ayn Rand que descreve um cenário desolador em que a intervenção estatal se sobrepõe a qualquer iniciativa privada de reerguer a economia.
A autora divide o mundo em dois grandes grupos: aqueles que produzem riqueza (produtores) e aqueles que vivem das riquezas geradas por outras pessoas (saqueadores). Cansados de carregar o mundo nas costas e conscientes de quanto mais riqueza, mais saqueadores existirão, os produtores – principais líderes da indústria, empresários, filósofos e cientistas – começam a sumir sem deixar pistas e a economia entra em colapso.
Abaixo compartilho alguns insights com o objetivo de adicionar mais um ponto de vista sobre as escolhas que você tem feito em busca da sua felicidade e liberdade:
  • Algumas pessoas escolhem produzir algo de valor para outras pessoas e se tornam “produtores”. Eles decidem seguir um caminho de integridade alinhado com seus valores, assumem responsabilidade por suas escolhas, enfrentam os desafios aprendendo com os erros, buscam melhorar suas fraquezas ao invés de querer “sair bem na foto”, tem amor próprio e não se preocupam com o que os outros vão achar, são corajosos, estão preparados para as oportunidades, apreciam e valorizam a riqueza material pois é parte da conquista de seu próprio trabalho;
  • Outros escolhem não criar a própria riqueza e vivem para explorar a riqueza gerada pelas outras pessoas, tornando-se “saqueadores”. Utilizam argumentos baseados em mitos para cobrar impostos/tributos ou se escondem sob diversos pretextos para pedir ajuda, caridade e esmolas. São a antítese das idéias e escolhas dos produtores;
  • A justiça é vista como um comércio sem segundas intenções ou agendas escondidas: eu te dou algo de valor e você me dá algo de valor em troca. Isto é aplicado não só aos negócios, mas também nos relacionamentos afetivos: as pessoas que tem seu próprio “motor” são admirados e valorizados pelo seu parceiro(a). Um relacionamento afetivo está baseado nos valores e virtudes de ambas as partes para uma relação próspera em todos os sentidos;
  • Os valores de integridade, racionalidade, honestidade, justiça, independência, produtividade e orgulho embasam o juramento dos direitos individuais em busca da felicidade e direito a propriedade criada pelos esforços individuais: “Eu jamais viverei por outro homem, nem pedirei a outro homem que viva por mim”;
  • Caridade é ajudar aqueles que merecem (que estão se esforçando para produzir algo de valor) a realizarem seus objetivos. Ajudar os que não se esforçam, que escolhem não aprender, que não tentam produzir algo de valor para a sociedade, aqueles que vivem para “saquear” as pessoas que produzem é a pior forma de sabotar o aprendizado e crescimento destes. Dar droga a um viciado é amor?
  • Independência é o reconhecimento do fato de que a responsabilidade de discernir é sua. Nada pode ajudá-lo a se esquivar dessa responsabilidade de que nenhum substituto pode pensar por você; de que nenhum substituto pode viver a sua vida; de que a forma mais vil de autodegradação e autodestruição é subordinar a sua mente a de outro; aceitar uma autoridade sobre seu cérebro; aceitar as afirmações de outros como fatos, suas opiniões como verdades; seus decretos como intermediário entre sua consciência e sua existência.
Forte abraço e sucesso!

Venda de imóveis não vive mais sem internet, aplicativos e redes sociais

Quase 100% das compras passam em algum momento pela internet

Por Letícia Alasse, do Mundo do Marketing | 31/08/2011
Nada de entrar em canteiros de obras ou stand de vendas. Já há alguns anos, quando um consumidor decide comprar um imóvel, o seu ponto de partida é a internet. Por isso, construtoras e imobiliárias passaram a investir em conteúdo e ferramentas digitais para conquistar o público e se aproximar dos clientes. Sites, blogs, canais multimídia, perfis em redes sociais, aplicativos para smartphones, ações mobile e atendimento online formam a base do alicerce para se vender uma casa atualmente.
As compras de imóveis pela internet, no entanto, estão ainda longe de ser uma modalidade de transação efetiva. Os tramites burocráticos da ação não permitem que o consumidor realize todas as etapas da compra no conforto da sua casa. As imobiliárias, por outro lado, oferecem cada vez mais serviços online, deixando apenas que as assinaturas de contrato sejam presenciais. Até os casos de compras do exterior, por enquanto, são realizados por um procurador.

“Acredito que vamos ainda vender um empreendimento 100% pela internet. Não será hoje, mas no futuro conseguiremos que o cliente escolha e compre seu imóvel por meio de um certificado e uma assinatura digital, que já existe, e faça o pagamento da entrada via internet bank”, declara Gustavo Zobaran, especialista em Comércio Eletrônico e Coordenador de Departamento de Marketing Digital da Brookifield, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Estratégias para diversificar no mercado
Os meios digitais têm um papel importante no plano de divulgação, venda e pós-venda de empreendimentos imobiliários. Em 2010, a
Cyrela contabilizou 20% das vendas realizadas por meio de um canal online, o dobro do ano anterior. O site da companhia recebeu quatro milhões de visitas no mesmo período. “Acreditamos que uma fração desses acessos gera contatos e uma fração de contatos gerará vendas”, afirma Fernando Moulin, Gerente-geral de E-Business da Cyrela Brazil Realty, em entrevista ao portal.
Em 2011, as construtoras passaram a investir em novidades para atrair o público e aumentar o relacionamento das empresas com os clientes, com ações desde o chat online com os corretores a aplicativos para smartphones e canais de comunicação pelas redes sociais. Afinal, a busca por imóvel no meio digital não é mais uma novidade e todas as imobiliárias já possuem, pelo menos, uma página na web.
Por isso, a Coelho da Fonseca aumentou sua presença nas redes sociais como um caminho para o crescimento de vendas. Recentemente, a empresa criou um brand channel no Youtube com mais de 1.200 vídeos com lançamentos e informações que os internautas buscam por meio de filtros ou por um mapa. Somente em três dias no ar, o canal de pesquisa já tinha recebido mais de 10 mil acessos.  “Percebemos que o cliente passava muito tempo olhando os vídeos no site e decidimos criar uma ferramenta totalmente inédita na América Latina”, afirma Allan Fonseca, Diretor de Canais e Inovação da Coelho da Fonseca, em entrevista ao Mundo do Marketing. 

A busca pela inovação
A plataforma de atendimento online da Cyrela existe desde 2003 e após tanto tempo a empresa decidiu inovar na comunicação com o cliente. No início do ano, a companhia estreou no Facebook com a intenção de criar uma plataforma direta de diálogo com os compradores. O chat virtual com o corretor do site passou a ser disponível também na fan page da marca, que hoje conta com mais de 8,4 mil usuários.

 “A capacitação do corretor online na relação com o cliente é totalmente direcionada para converter o contato em uma visita, um agendamento e até uma possível venda. Consideramos que um negócio foi fechado pela internet quando todo o processo de escolha é realizado por meio desse corretor”, explica Moulin, da Cyrela. 
Na busca pela inovação a construtora também entrou no Instagram. A rede social de compartilhamento de fotos pelo Iphone foi usada como ferramenta para a campanha promocional “Decora Minha Casa”, realizada em parceria com a Florense Alphaville. A ação, ainda em andamento, premiará um usuário com móveis planejados no valor de R$ 10 mil para transformar um cômodo da casa. Com o projeto, a Cyrela pretende transmitir o conceito de realizadora de sonhos e aumentar o relacionamento da marca com os consumidores.

Ações de mudança
Para ir além, a Coelho da Fonseca disponibilizou o site e sua página no Facebook em seis línguas para aumentar a comunicação com todos os públicos, já que os estrangeiros representam 5% dos acessos totais dos canais da empresa. Presente em 16 capitais brasileiras, a imobiliária de alta renda estima que 30% das vendas realizadas no ano passado começaram pelo meio online.

“Para não criar confusão no mercado, não comunicamos que realizamos vendas pela internet. Mas quase 100% dos clientes para procurarem um imóvel em algum momento passam pela internet”, esclarece Allan Fonseca.
A falta de uma regulamentação e indicadores do comércio eletrônico, principalmente no setor imobiliário, não permitem que as companhias digam que realizaram vendas pela internet. Apenas mediante uma norma reguladora, que faça com que todas as empresas sigam os mesmos indicadores, é que será creditada uma quantificação de vendas online. Cada empresa segue atualmente seus próprios padrões.

Realizações pioneirasJá é possível, contudo, receber informações de imóveis até mesmo por SMS. Nas placas de vende-se de algumas casas relacionadas a Coelho da Fonseca, por exemplo, o consumidor encontra um código para enviar uma mensagem e recebe todas as informações e fotos da casa pelo celular. A ação realiza um movimento de crossmedia, transportando os usuários da mídia offline para os canais online.
Indo para o relacionamento com o cliente online, a Masb, criada em 2007, a partir de uma equipe de antigas construtoras, criou o portal meu Meu Masb, que permite aos clientes terem todos os dados financeiros, boletos bancários, estatísticas do andamento das obras e a possibilidade de antecipar as parcelas do pagamento apenas acessando o canal. Em ação desde o começo do ano, a página recebeu 52 mil visitas e 40% dos clientes já a utilizam.
“Trabalhamos com empreendimento na planta e o ciclo é muito longo, geralmente três anos. Durante este tempo, recebíamos muitas demandas, principalmente de questões financeiras, por isso há um ano e meio começamos a planejar o canal de relacionamento com o cliente parar resolver estas questões em um ambiente totalmente online”, conta Camila Enoque, Coordenadora de Comunicação da Masb, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Cuidando da Alma‏

da Almadando da utoconhecimento


Cursos de Liderança por mais perfeitos que tentem ser, nunca tratam devidamente o tema espiritual, pois temem entrar em um emaranhado de discussões e perder seus clientes. Um Líder é composto pelo seu lado físico (corpo) e por sua alma. Não alimentando sua alma, não terá condições para ser um Líder real. Isso não tem nada a ver com autoestima, mas sim com o que você tem de mais íntimo, o ser sagrado que existe dentro de você. Neste post vou tratar um pouco da espiritualidade. Não interessa aqui qual é a sua religião, o texto é para todos os que quiserem e tiverem coragem de assumir sua religiosidade. Covardia não é uma palavra que exista para um Líder real.
Sou Católico praticante, ou pelo menos tento seguir os ensinamentos e exemplo de vida que Ele, Jesus Cristo, para nós Cristãos o Salvador, nos deixou. Como somos humanos, viver segundo as escrituras não é nada fácil. Somos constantemente tentados a cometer pecados, sejam eles pequenos ou mortais.
Independente da interpretação humana aos dez mandamentos e dos sete pecados capitais, aos olhos de Deus um pecado sempre será pecado. Não existe um único homem santo ou puro nesta terra, a tentação está sempre presente. Se você não praticou o ato pode ter tido a intenção ou se omitiu. Aquele que bate em seu peito dizendo ser livre de pecados é um pecador.
O importante é saber que Deus é misericordioso. Basta nos voltarmos para Ele e pedindo sinceramente o seu perdão, Ele nos dará de coração.
Se você chegou até aqui no texto, já me sinto recompensado, mas tente ir adiante.
Jesus nos deixou ensinamentos tão simples de seguir, mesmo assim as pessoas não o fazem ou justificam na ciência ou no racional humano para não o fazer. Amar Deus sobre todas as coisas e Amar o seu próximo como a ti mesmo.
Se as pessoas não tivessem se afastado de Deus e se voltado para a escuridão, hoje não veríamos as atrocidades que são cometidas diariamente e expostas para todos nós nos programas de televisão. Pessoas afastadas de Deus tentam justificar isso de uma maneira para que seu raciocínio diga: “faz sentido”. Na verdade estas pessoas que justificam atos que vão contra Deus, estão sim contra Deus, trabalhando discretamente para a escuridão. São políticos, empresários, líderes mundiais, pessoas das Igrejas e pessoas nas comunidades.
Se deixássemos que Deus se aproximasse mais de nós, não haveria tanta discrepância entre ricos e pobres, entre famosos e desconhecidos, entre sábios e leigos. Empresários praticariam o lucro justo, pessoas acumulariam riquezas apenas para seu conforto e de sua família; não apenas pelo prazer de ter mais do que o outro. Quem busca sempre o mais, tira do outro. Não há como ser diferente. Isso não é bom aos olhos de Deus.
Pessoas pregam o fim do mundo, mas Deus em sua misericórdia não acabaria com o mundo. Porém, Deus está nos alertando dia após dia que não estamos indo na direção do sagrado. Não enxerga e ouve quem não quer. Desastres, terremotos, vulcões, inundações, epidemias entre outras coisas estão cada vez mais constantes. Não são avisos da mãe natureza como pregam, mas de Deus para seus filhos. Ele criou tudo o que temos. Do mar ao ar, da roda ao computador. Nada é obra do ser humano, tudo tem a mão D´Ele. Sem o dom da inteligência dado a nós por Deus, nada seria criado. Nem eu estaria agora escrevendo este texto para vocês e nem vocês lendo. Provavelmente estaríamos pendurados em arvores comendo bananas.
Nossas Igrejas estão infestadas de servos da escuridão, seres humanos que caíram no pecado e levam muitos outros com eles. Eles interpretam as escrituras como bem quiserem e desvirtuam as palavras fazendo com que leigos sejam enganados sobre a verdade, incluindo texto ou suprimindo ao bel prazer. Tratam o sagrado com banalidade ou descaso. Se preocupam mais com seu status e poder dentro das organizações que eles criaram do que com a Verdade que deve ser propagada.
Falham nossos padres, bispos e tantas outras pessoas responsáveis por pregar a Verdade, de alertar e preparar o rebanho de Deus para a salvação de suas almas.
Oro por todos nossos irmãos, independente de raça, religião ou “cor”. Somos todos filhos do amor de Deus e a todos nós é dado o dom do livre arbítrio. Se uma pessoa decidiu seguir a escuridão, Deus não interfere, mas sofre por isso. Muitos que hoje estão afastados de Deus terão em breve uma chance de ver seus pecados e de se converter.
É tempo de confissão e de pedir perdão ao Pai. Ele nos quer perto D´Ele no paraíso, onde terra e céu serão um só.
Nosso tempo se esgota. Não conte com a velhice para se preocupar com sua alma. Hoje você sai de casa para o trabalho ou para uma balada e pode não voltar mais. Basta estar vivo para morrer e temos que estar preparados sempre.
Escutem os profetas que temos hoje. Acreditar que profetas não existem é o mesmo que dizer que nunca existiram. É negar Isaías, Ezequiel, Jeremias. É negar as bênçãos dadas a Moisés, Salomão e Daniel; eles viram; eles escutaram. Temos sim os profetas atuais, eles vêem, eles escutam. Porém devemos ter cuidado com os falsos profetas. Nosso Deus não se encarnaria novamente em nenhum humano. Lembrem que o Salvador voltará em sua total glória e não como um ser humano. Prestem atenção às suas palavras; elas não devem ir contra os ensinamentos de Deus. Os ensinamentos estão lá e sempre estiveram. Nada foi mudado, tirado ou acrescentado. Negar nossos profetas atuais é novamente ficar conectado ao racional humano, na lógica ou na ciência. É negar à nossa alma a interpretação das mensagens do sagrado, do divino.
Não tenha vergonha de propagar as mensagens verdadeiras de Deus, livre da interpretação humana ou da ciência. Quem fala abertamente D´Ele será motivo de chacota, difamação e poderá ser até considerado como louco, carolo, mas esta é a cruz a ser carregara por quem está ao lado D´Ele.
Se você for humilhado ao propagar as mensagens de Cristo, tenho aqui uma oração:
“Eu sou um seguidor de Cristo, aquele que sofreu a morte nas mãos dos não crentes. Por causa disso, como um seguidor de Cristo, eu sempre vou sofrer humilhação de outros por causa do meu amor por Ele. Esta é a cruz que eu carrego e estou orgulhoso desse fato. Ele, meu Salvador, não morreu apenas pelos meus pecados, mas também para os seus.”
Peça a Deus por aqueles que D´Ele estão afastados:
“Eu te peço, Jesus, na sua Divina Misericórdia, que cubra as almas tíbias com seu precioso sangue para que possam ser convertidas.”
Deus nos roga para que possamos junto D´Ele trazer mais almas para o rebanho. Orem pelas almas perdidas na escuridão, por aqueles que praticam ou praticaram atos contra Ele. Sua oração é poderosa e juntos podemos formar uma legião do bem; o exército de Deus.
Quem sabe assim consigamos um mundo melhor. Com certeza, nós nos sentiremos melhores do que antes.
Se você, como eu, é Católico peço que reze o terço da Divina Misericórdia todos os dias e também o Terço da Virgem Maria.
Se você é meu irmão Evangélico, Mulçumano, Judeu ou de qualquer outra religião, ore de coração aberto e peça a Deus misericórdia por todos nós. Deus nunca precisou tanto recuperar almas perdidas como nos dias de hoje e nós nunca precisamos tanto da misericórdia D´Ele como hoje.
Grande Abraço, Benção, Paz e Coragem a todos
Eduardo Slepetys

Todo mundo me perguntava o que queria ser quando crescesse. Ninguém nunca me perguntou o que queria ser quando ficasse velho.

crescesse. Ninguém nunca me perguntou o que queria ser quando ficasse velho.o.

O que você vai ser quando crescer?Quem de nós, quando crianças, não escutou essa pergunta.É quase certo que no passado muitos de nós pensávamos com freqüência sobre a carreira que gostaríamos de seguir.
Uns escolheram medicina, outros engenharia, administração, música, etc.
Durante nossa vida temos a tendência de focar no presente e em um futuro próximo. Preocupamos com nossa formação no colégio, na faculdade e a carreira nas organizações. A visão dificilmente passa de cinco anos à frente.É muito comum encontrarmos profissionais, já a beira de sua aposentadoria, sem recursos mínimos que lhes garantam uma velhice tranqüila. Isso se deve ao fato de não pararmos e nos questionarmos a respeito do que queremos ser quando a velhice bater a nossa porta.Talvez se no passado, alguém de nossa família ou mesmo amigos, nos questionassem sobre nosso futuro distante, pudéssemos nos preparar melhor para a aposentadoria. Pode ser que para alguns o aviso não surtisse efeito, porém hoje tenho certeza que muitos aposentados não estariam reclamando de suas escassas economias e total dependência da previdência.Mas já que nunca perguntaram o que queríamos ser quando ficássemos velhos, acabamos por acordar tarde e despender um esforço muito grande para juntar economias para este futuro que agora está cada vez mais próximo.Ainda estou em uma fase da vida em que tenho condições de fazer o pé de meia, mas é incrível como existem muitos executivos a beira da aposentadoria que não guardaram absolutamente nada e agora se desesperam, achando ou tendo certeza que terão de trabalhar pelo resto da vida.Quando somos jovens, achamos que a velhice está distante demais para nos preocuparmos com ela. Quando perto da meia idade, achamos que ainda temos tempo para guardar recursos e deixamos correr o barco. Mas quando menos esperamos, já estamos velhos e sem nada.Achar que o Estado vai tomar conta de você quando ficar velho é um sonho, a cada ano que passa devido aos desmandos de nossos governantes, só nos deixa a certeza de que não se realizará. Apenas alguns poucos servidores públicos ainda terão o privilégio de aposentadorias dignas; certo que também que nossos ilustres políticos continuarão com suas vergonhosas aposentadorias de milhares de reais. A grande maioria da população receberá, quem sabe, um ou dois salários mínimo.Para quem sempre esteve neste padrão salarial, nada muda, mas para um executivo que ganha mais de dez, quinze, vinte mil reais por mês, muda e muda muito. Nesta hora entra o desespero e as conquistas de patrimônio, se existiram, começam a ser dilapidados. Dependendo da necessidade vão-se cem pelo preço de cinqüenta.Se você meu caro amigo, ainda está na faixa dos vinte, aconselho que inicie agora seu plano de aposentadoria. Parece estranho falar em um plano para ser usufruído daqui a quarenta e cinco anos, mas você terá que contribuir pouquíssimo para este seu plano.Se você está nos trinta, ainda tem tempo de sobra e os valores para conquistar uma aposentadoria um pouco mais tranquila não são tão altos.Se você está na faixa dos quarenta, seus valores já se tornam altos, mas nada é impossível se tiver força de vontade.Se você esta nos cinqüenta, é um executivo e não se tornou milionário, talvez seja a hora de rever seu padrão de vida. Deixar de comprar os vinhos franceses, o queijo camembert, as idas para restaurantes caríssimos, viagens para o exterior e jogar toda esta economia em planos de previdência ou investimentos. Não é tarde e nem é preciso desesperar. Apenas já vá se adequando a uma vida mais simples do que você tem agora.O importante é lembrar este planejamento e atitudes devem ser tomadas em conjunto com a pessoa ou as pessoas com quem você vive. Já diz o velho ditado de que quando um não quer dois não fazem.Por outro lado, se você já está aposentado e não guardou nada para esta etapa da vida, infelizmente quem sofrerá são seus parentes e amigos. Resta a você algumas opções como continuar trabalhando, ganhar na mega sena ou quem sabe, ser empossado pelo governo e ter seu patrimônio multiplicado por 20, 30, 40 vezes e de quebra ficar passeando de jatinho a custas de empresários. Sei lá, nunca se sabe, a esperança é a última que morre.Grande Abraço,
Eduardo Slepetys

Registro do 1º imóvel tem desconto

Sáb, 27 de Agosto de 2011 Leis
 
BN Imóveis / BA
Alguns compradores de imóveis, por falta de informação, deixam de se beneficiar de um desconto a que têm direito ao registrar a transação. O artigo 290 da Lei Federal 6.015/73 (Lei dos Registros Públicos) prevê redução pela metade dos emolumentos cobrados pelos cartórios para os casos de aquisição da primeira moradia, desde que financiada pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

Para a obtenção do benefício, é recomendável que os valores sejam pagos diretamente aos órgãos arrecadadores e que, nos casos em que comprovadamente o recolhimento foi feito em valor superior ao devido, o direito seja buscado na Justiça. Muitas vezes, a própria construtora emite a cobrança de um valor para pagamento de impostos e taxas de cartório sem informar a possibilidade de desconto ao cliente. (com informações de Diário do Comércio MG)

domingo, 4 de setembro de 2011

Hábitos prejudiciais para a carreira

Zelar pela organização pessoal e tomar alguns cuidados nas relações pessoais são parte do desenvolvimento da carreira
Todos os profissionais cometem pequenos erros que ao longo dos anos geram um grande prejuízo profissional ou atingem inclusive, a vida pessoal. Isso acontece, geralmente, por causa dos maus hábitos que foram adquiridos em algum momento da vida e ao longo do tempo ficaram incrustados no dia a dia corporativo.
Confira abaixo quais são os maus hábitos mais recorrentes e como evitá-los. As dicas são de Luciano Meira, consultor da FranklinCovey Brasil.
Os maus hábitos dentro de uma empresa podem ser divididos em três categorias:
1 - comunicação interpessoal;
2 - gestão do tempo;
3 - postura no ambiente de trabalho.

Mas como evitar os maus hábitos?
1 - Acerte na comunicação interpessoal
• Ouça mais
A comunicação é eficaz quando há um emissor e um receptor. Um dos maiores problemas das organizações é a falta da cultura de ouvir. “Em uma reunião é necessário deixar o outro se expressar. Pessoas ficam frustradas porque não conseguem ser ouvidas”, diz Meira da FranklinCovey.

• Aprenda a usar o email
Outro problema é a pouca preparação que as pessoas têm em relação ao uso do email. Resolver conflitos por email é um erro. Apesar de ser uma ferramenta de comunicação, não é possível resolver qualquer problema por ele. A melhor forma de por fim a um atrito é conversando pessoalmente com as pessoas . Outro erro muito comum é o de copiar muitas pessoas na mensagem: copie só aqueles que possam te ajudar a resolver o problema, uma ou duas pessoas no máximo.

• Chefes devem dar mais feedbacks
As pessoas abaixo de você gostam de ouvir diretamente como estão se saindo. As empresas não investem na cultura de dar e receber feedbacks, um dos hábitos que precisam ser mais disseminados nas empresas.

2 - Faça da gestão do tempo uma ponte para a qualidade de vida
• Não se atrase
Um dos piores hábitos dos profissionais brasileiros é a falta de pontualidade: evite chegar atrasado à eventos, reuniões e cumpra os horários.

• Seja eficaz
Durante uma reunião, não use celular ou, tablets e não navegue pela internet. Aprenda a se concentrar em um único tema.

• Evite a procrastinação
Enrolar durante o dia e deixar o serviço para ser feito de última hora é um erro. Trabalhar em ritmo de urgência muitas vezes não atrapalha só o procrastinador, mas também pode atrapalhar seu colega. Nem sempre os trabalhos são feitos individualmente. Atrasar um trabalho porque ficou enrolando até o último minuto é um desrespeito com o tempo dos outros. É preciso usar o tempo dos colegas de forma adequada.

• Não deixe a vida te levar
Programe-se com antecedência. Tenha uma agenda mínima de planejamento do dia, da semana e do mês para ser cumprida. Saber seus compromissos ajuda a evitar a procrastinação. Vale usar metodologias como
Getting Things Done e outras para administrar seu tempo, como já apresentado no portal HSM.

3 - Boa postura gera bom relacionamento

• Evite criar panelinhas
Essa atitude gera desconforto nas relações sociais.

• Resista à fofoca
Se tiver algo contra uma pessoa é preciso falar diretamente a ela. A fofoca destrói relações de confiança

“Jeitinho” para não pagar impostos está com os dias contados

Edson

“Jeitinho” para não pagar impostos está com os dias contados

Com as novas ferramentas utilizadas atualmente pelo fisco, as tradicionais 'reengenharias' para pagar menos imposto pode render muita dor de cabeça ao contribuinte
A palavra imposto deixa a maioria dos contribuintes de mau humor. E não é para menos. De janeiro até agora o brasileiro pagou R$ 930 bilhões, segundo o site Impostômetro. Um recorde. Aliás, ano a ano o Brasil ultrapassa barreiras na arrecadação. Por isso que é tão comum empresas e pessoas físicas estudarem com afinco oportunidades para pagar menos imposto. O problema é que, com as novas ferramentas do fisco, estas ''reengenharias'', se não forem amparadas pela lei, podem provocar muita dor de cabeça no contribuinte.
''A época em que as pessoas davam um 'jeitinho' para não pagar impostos acabou. Hoje os fiscos Federal, Estadual e Municipal têm uma radiografia completa das empresas e da vida fiscal do contribuinte. Não é à toa que todo dia os jornais publicam notícias de flagrantes de sonegação'', diz o presidente do Sescap-Ldr, Marcelo Odetto Esquiante.
O Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) é um dos impostos que passam a ser mais vigiados pelo fisco. O que ocorre é que muitas pessoas, ao adquirir um imóvel, registra o bem com valor menor do que o da compra para pagar menos ITBI - 2% sobre o valor do imóvel. Porém, afirma o presidente do Sescap-Ldr, esta aparente economia pode ser ilusória.
''Vamos supor que uma pessoa compre um imóvel por R$ 200 mil, mas o registra por R$ 100 mil. Ao escriturar o bem, o cartório envia a informação obrigatoriamente para a Receita Federal. A Receita faz o cruzamento de informações com as declarações de renda do comprador, do vendedor e do cartório. Se houver qualquer discordância, todos são chamados a se explicar. E tem mais. Quando este imóvel for revendido e o novo comprador exigir que a escritura seja no valor real, o antigo dono pagará 15% sobre o ganho de capital. Ou seja, comprou por R$ 200 mil, escriturou por R$ 100 mil e na venda seguinte, escriturou por R$ 200 mil. Para a Receita Federal, ele teve um ganho de capital de R$ 100 mil e sobre esse valor será cobrado 15% de imposto. Muito mais do que ele pagaria de ITBI se, originalmente, ele tivesse registrado o imóvel pelo valor real de R$ 200 mil'', diz Esquiante.
Além disso, a Receita pode querer saber a origem do dinheiro usado na compra do bem. Se ele não tiver origem declarada, o contribuinte pode pagar 27,5% sobre o que não foi declarado e multas que podem chegar a 100%.
Engana-se quem imagina que o fisco está de olho apenas nas transações imobiliárias. O controle da Receita está cada vez mais apertado. Os órgãos fiscalizadores têm focado seu trabalho na investigação, no que se usa chamar de ''trabalho de inteligência''. A base é simples, em vez de ''dar batidas'' nas empresas na tentativa de constatar irregularidades, o órgão investe no levantamento de dados, traça o perfil dos contribuintes de forma individual estabelecendo um parâmetro. Com este parâmetro em mãos toda e qualquer discrepância nas informações fica evidente e serve como indício de irregularidade, levando a uma investigação mais profunda.
Até alguns anos atrás, era comum que pessoas declarassem um determinado rendimento para a Receita, mas gastavam o dobro ou até o triplo no cartão de crédito. Ou ainda compravam um veículo pagando em dinheiro vivo para evitar que o valor passasse na conta bancária. Tudo isso, e muito mais, é fiscalizado. A concessionária é obrigada a informar a venda do carro e para quem foi; a operadora de cartão de crédito envia relatórios para a Receita. ''O fato é que é mais barato pagar o imposto corretamente e ter uma vida fiscal regular. A era do 'jeitinho' está com os dias contados'', diz Esquiante.
Fonte: FolhaWeb

O espírito empreendedor pode agregar valor à sua carreira

O velcro e o post it nasceram de mentes abertas e curiosas. Aquele matinho chato que gruda na roupa, conhecido como carrapicho, inspirou o cientista que inventou o velcro; enquanto uma cola que aparentemente não colava direito foi útil para um funcionário da 3M fixar seus bilhetes de recados amarelos em livros, criando um dos produtos mais conhecidos e lucrativos da empresa.
Pensar de forma inovadora pode agregar valor à sua carreira e gerar lucro para sua empresa.
A atitude empreendedora
Os empreendedores tendem a ser orientados para a ação e movimentam-se rapidamente para conseguir que as atividades sejam realizadas. São orientados por metas, dispostos a fazer as coisas mais importantes acontecerem para conseguir que seus objetivos sejam atingidos.
Combinam visão com ação, tanto planejam quanto fazem. São pessoas que sonham e que colocam seus sonhos em prática. Eles são uma combinação de pensadores, fazedores, planejadores e trabalhadores.
Podemos afirmar que ser empreendedor é possuir uma maneira especial de pensar e agir. É comportamental. Por isso podemos aprender. Temperamento não é destino.
Gerar ideias não é função apenas dos altos executivos
A empregabilidade passa pela proatividade na solução de problemas e na busca de oportunidades de otimização de processos, diminuição de custos, melhoria de produtos e serviços. Portanto, contribua sempre que possível com suas ideias!
Fantasie e realize
O mundo está mais inovador do que nunca. Tecnologias que no passado exigiam hardwares enormes, hoje, cabem na palma da mão. Doenças consideradas incuráveis estão, hoje, prestes a serem eliminadas, graças à revolucionária pesquisa da biotecnologia.
Imaginação, ideias e descobertas continuam a inundar o planeta de maneira extraordinária e a uma velocidade incrível.
No contexto organizacional, inovação sempre está ligada a crescimento e melhoria da eficiência, produtividade, qualidade e posicionamento competitivo, market share, etc. Todas as organizações podem inovar, incluindo hospitais, universidades e empresas públicas.
A cada minuto as empresas são levadas a desbravar novos territórios com produtos e serviços que lhe darão uma nova vantagem competitiva.
Globalmente, a cada 60 minutos são solicitadas 101 novas patentes e mais de 2.265 novas empresas são abertas todos os dias.
A importância do cenário
A cultura organizacional é um dos grandes bloqueadores do empreendedorismo nas empresas. Três tipos de problemas básicos são os responsáveis por isso:
  • 1. Expectativas invisíveis, que deixam os funcionários no escuro.
  • 2. Obstáculos físicos, que tornam a performance desnecessariamente difícil.
  • 3. Feedbacks inadequados, que deixam as pessoas sem informação da sua performance.
Como implantar um programa de empreendedorismo nas empresas?
Dar espaço para que os colaboradores criem novas formas de como fazer. Valorizar publicamente os colaboradores. Fazer com que o colaborador vista a camisa da organização. Mas não basta vestir a camisa, é preciso saber jogar. Diz Goethe: “Nada é mais assustador do que a ignorância colocada em prática”. Crie programas especiais para educação e treinamento e estimule o colaborador a também estabelecer metas.
Autora: Patrícia Santos
Palestrante e consultora.

Retenção de clientes. O que é isso afina


Manter um cliente é muito mais barato e rentável para uma empresa do que conquistar um novo. Acredito que esta premissa é consenso para muitos executivos e para a maioria dos segmentos de mercado, porém, o que mais vemos ainda são empresas que investem fortunas em aquisições de clientes e, uma vez conquistados, eles tendem a se tornar esquecidos.
Em alguns mercados, como por exemplo o de telefonia, TV’s por assinatura ou cartões de crédito, criam-se até áreas específicas para “cuidar” deste clientes. Estas áreas recebem nomes como Relacionamento, Rentabilização, Fidelização, Gestão de Clientes e, normalmente, são as responsáveis pela Retenção dos clientes.
Até aí, tudo bem. O problema começa quando as empresas acham que Retenção de clientes é também uma atividade e criam estruturas específicas para isso.
Quem nunca teve a experiência de tentar cancelar uma linha de celular, uma assinatura de TV ou um cartão de crédito, foi passado para a famosa área de retenção (ou célula como são chamadas internamente) e recebeu aquela super-oferta tentadora para continuar cliente?
O problema neste caso não é especificamente esta célula de atendimento ou a oferta, mas o conceito simples que está por trás: Esperar o cliente demonstrar que está insatisfeito ou que quer cancelar o serviço, e só então realizar uma super-oferta para fazê-lo desistir da idéia. E o discurso das empresas pode até parecer contrário, mas na prática é apenas isso que acontece. E acontece porque Retenção é tratado pelas empresas e seus profissionais como uma atividade Tática – oferta especial ou desconto.
Estas empresas erram no conceito, pois a Retenção de um cliente nada mais é do que a consequência de atitudes estratégicas que devem estar nas bases do modelo de negócio de cada empresa, com a função principal de MANTER OS CLIENTES SATISFEITOS.
E estas atitudes estratégicas começam com 3 atividades internas fundamentais e bem simples de entender:
  • 1 – Analisar o comportamento de consumo e o perfil dos seus clientes continuamente.
  • 2 – Analisar a adequação de produto consumido X perfil do cliente.
  • 3 – Atuar de maneira ATIVA e TRANSPARENTE para melhorar esta adequação de produto, seja para diminuir quando necessário ou realizar ações para aumentar (rentabilizar) se for o caso.
Este terceiro ponto é o mais complicado para as empresas implementarem, pois para muitas é um absurdo, por exemplo, ter a iniciativa de ligar para um cliente para dizer que ela possui outro pacote de serviço/produto mais adequado ao perfil dele e mais barato também. Afinal, elas precisam aumentar a receita e não diminuir, certo?
Errado. O problema é que esta é uma visão míope, pois só vê o presente sem se importar com o futuro. Sem se importar também em construir uma base sustentável de clientes satisfeitos com a empresa. Assim, se a empresa acha que ganha mais por um lado, ela também precisa gastar mais dinheiro estruturando células e ofertas de retenção e mais ainda em aquisição de novos clientes para manter um nível aceitável de crescimento, acabando em um círculo vicioso, pouco rentável e maléfico para o negócio a longo prazo.
Sem contar outros problemas consequentes desta postura, como os chamados comportamentos oportunistas de clientes, que se aproveitam para “chantagear” a empresa pois sabem que podem tirar alguma vantagem. Por exemplo, quem não conhece alguém que ligou para uma central de atendimento de cartão de crédito para ameaçar cancelar o cartão por causa da anuidade, sabendo que com certeza ele teria algum tipo de desconto por causa disso.
Manter clientes satisfeitos é a premissa básica para começar a entender o conceito de Retenção, e é também o passo inicial para uma boa gestão de clientes com a aplicação de estratégias de Relacionamento e Fidelização e ações visando a Rentabilização.
Autor: Márcio Oliveira

5 Maneiras de Pensar Como um Vencedor

Setembro 1, 2011

Minha profissão me permite encontrar, interagir e aprender com Vencedores todos os dias. Uma das conclusões a que cheguei é que para ser um vencedor é necessário pensar como um vencedor. Pois é, eles pensam de forma diferente de todos os demais. Abordam a vida e o trabalho com um modelo mental e um sistema de crenças diferentes que os separam do todo o resto.
1. Vencedores esperam ganhar – Quando entram na quadra, no campo, numa reunião ou mesmo numa sala de aula, eles esperam vencer. Para falar a verdade, ficam surpresos quando não ganham. Esperam naturalmente ter êxito e as suas crenças positivas geralmente os levam a ações e resultados positivos. Vencem primeiro em suas mentes e aí ganham nos corações e mentes dos seus clientes, estudantes ou fãs.
2. Vencedores Celebram as Pequenas Vitórias - Celebrando as pequenas ganham a confiança necessária para correr atrás das grandes vitórias. Isso não significa que campeões se tornam complacentes. Pelo contrário, com o tipo certo de celebração e reforço, os vencedores dão duro, treinam mais e acreditam que podem fazer grandes jogadas.
3. Vencedores Não Dão Justificativas Quando Não Ganham - Eles não se focam nos erros dos demais. Focam naquilo que podem fazer melhor. Eles veem seus erros e derrotas como oportunidades para crescerem. E, como resultado, ficam mais fortes, sábios e melhores.
4. Vencedores Se Concentram Naquilo que Eles Conseguem Fazer, Não Naquilo Que Têm Que Fazer - Eles veem suas vidas e trabalho como uma dádiva, não como uma obrigação. Sabem que se quiserem alcançar um determinado resultado, terão que curtir e se comprometer com o processo. Talvez não morram de amores por cada minuto de sua jornada, mas a atitude e a determinação deles os ajudarão a desenvolver as habilidades que tanto necessitam.
5. Vencedores Acreditam Que Vão Experimentar Mais Vitórias no Futuro - Sua fé é maior que seu medo. Sua energia positiva é maior que o coro de negatividade. Sua certeza é maior que toda a dúvida. Seu próposito e sua paixão são maiores que seus desafios. Independente da situação em que se encontram, vencedores acreditam que seus melhores dias estão por vir, não que já passaram.
Em suma. Se você não acha que tem o necessário para ser um vencedor, pense novamente. Vencedores não nascem vencedores. Eles se formam e se moldam. E da mesma forma que ferro afia ferro, você pode desenvolver o seu modelo mental e o modelo mental de sua equipe com o pensamento, as crenças e as expectativas corretas, possibilitando alcançar comportamentos e condutas extraordinários.
Mas, afinal, você acha que vencedores nascem vencedores ou eles se desenvolvem e chegam lá?

Como a sua fé pode influenciar a sua carreira?

By Aristides Girardi

Independente da religião ou cultura de cada um, temos algo em comum, a prática da fé.
No mundo corporativo há pouco espaço para este tipo de discussão mas há um universo infindável para a sua aplicação.
Pensamento positivo, estímulo, motivação, time, participação, são alguns dos termos da moda, sem falar nas dezenas de termos importados de outros idiomas.
Hoje parei por alguns minutos para uma reflexão. Existem ainda no Brasil centenas de executivos que estão sem trabalho, alguns desses ainda atravessando por dificuldades de ordem financeira, turbulências no casamento, problemas de saúde na família, perdas familiares, auto estima "arranhada" pelas garras da falta de sensibilidade de pessoas à sua volta, e tantas outras situações que podem com o tempo provocar infiltrações danosas em várias áreas da vida, da saúde, do psicológico e do profissional de qualquer SER normal.
Lutas todos temos é verdade, tudo isso que escrevi que um executivo desempregado pode estar passando, nós também passamos ou estamos sujeitos a passar...é verdade também.
Só que hoje gostaria de fazer uma pausa para falar com estes pais de família, maridos, filhos que tem à sua volta uma responsabilidade e que podem estar experimentando sentimentos de medo, de derrota, de dúvida, de decepção, de amargura, de solidão, de rejeição e por que não dizer, de renúncia.
Há uma força superior que está olhando por você. Há uma saída.
Sem entrar em discussões filosóficas, religiosas, positivistas ou qualquer outra, todas válidas e respeitosas, o objetivo hoje é focarmos no recurso, na base, na solução, de forma simples e direta.
A experiência de vida como executivo durante 25 anos e nos últimos 10 como headhunter tem ensinado que às vezes a saída, a solução está mais próximo do que pensamos e imaginamos.
Poderia aqui contar uma série de experiências bem sucedidas influenciadas pela minha fé, mas hoje o foco são nossos colegas executivos que estão desempregados é de uma forma especial a eles que estou me dirigindo, com a licença das centenas de executivos leitores, cuja participação é importante nesta discussão.
Aqueles que estão trabalhando e já passaram por experiências de desemprego, poderiam contribuir compartilhando como a sua fé influenciou a sua carreira, em especial naqueles momentos sem trabalho, sem renda, às vezes numa longa espera. Como foi a sensação de NUNCA TER DESISTIDO! NUNCA TER PARADO DE LUTAR!
Como é bom estar trabalhando, ter renda, poder cumprir suas obrigações, manter filhos na escola, comprar, viajar, contribuir, produzir, desenvolver...é muito bom.
É fácil acreditar naquilo que vemos e sentimos. Já não é tão fácil acreditar naquilo que não vemos, não sentimos, mas apenas cremos!
Há um texto na bíblia que gosto muito e uso em algumas palestras, "Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem." Hebreus 11:1"
Os indicadores às vezes nos provocam pânico e até vontade de desistir, de largar a carreira, inventar qualquer coisa para sobreviver, dar um tempo, por a culpa na idade, na sociedade, no governo, no ex-chefe, numa decisão tomada, enfim, tudo é motivo para dar brecha ao desalento.
Esta discussão é para proativamente prestar uma modesta contribuição aos colegas executivos que por ventura estiverem sentindo o peso da falta de um emprego ou continuidade de suas carreiras.
NUNCA DESISTA! NUNCA PARE DE LUTAR!
E aos executivos e executivas que estão trabalhando e sentirem o desejo de compartilhar a pergunta é simples: COMO A SUA FÉ PODE INFLUENCIAR A SUA CARREIRA?

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Vendas de imóveis novos em SP tiveram queda de 31,3%

Segundo balanço do Secovi, foram vendidas 11.680 unidades no primeiro semestre, contra 17.005 comercializadas no mesmo período do ano passado

Tatuapé
Os imóveis de dois dormitórios responderam por 40,3% do total de venda e os de três tiveram participação de 29,5% nos negócios
São Paulo – As vendas de imóveis novos caíram 31,3% no primeiro semestre, na capital paulista, ante o mesmo período de 2010. Segundo o balanço divulgado hoje (30) pelo Sindicato da Habitação (Secovi), foram vendidas entre janeiro e junho 11.680 unidades, contra 17.005 comercializadas no ano passado.
De acordo com o Secovi, foram lançadas no semestre 13.992 unidades, o que representa um aumento de 3% (411 imóveis) na comparação com o mesmo período de 2010.
Os imóveis de dois dormitórios responderam por 40,3% do total de vendas acumulado no semestre (4.708 unidades), e os de três tiveram participação de 29,5% nos negócios (3.441 unidades).
Foram vendidas na região metropolitana –composta por 39 municípios, incluindo a capital – 24.178 unidades, o que representa uma queda de 28% ante os 33.576 imóveis negociados no primeiro semestre de 2010.
A participação da capital paulista no total de vendas na região metropolitana atingiu 48,3% este ano, redução de 2,3 pontos percentuais ante o mesmo período do ano passado.
Os imóveis de dois dormitórios ampliaram a participação no mercado, com 11.072 unidades e 45,8% do volume total comercializado no semestre. O mesmo movimento ocorreu com o segmento de três dormitórios (7.954 unidades), que respondeu por 32,9% das vendas acumuladas na região.


Venda de imóvel novo na Grande São Paulo recua 28% no semestre

Os imóveis comercializados totalizaram 24.178 uni

Fabiana Holtz, da
Yasuyoshi Chiba/AFP
Vista aérea de São Paulo
A região metropolitana de São Paulo engloba 38 cidades e a capital
São Paulo - As vendas de imóveis novos na região metropolitana de São Paulo, que engloba 38 cidades e a capital, recuaram 28% no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando 24.178 unidades, de acordo com pesquisa divulgada hoje pelo Sindicato de Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais de São Paulo (Secovi-SP).
No mesmo intervalo, os lançamentos caíram 9%, somando 24.739 unidades. Com isso, o indicador de Vendas sobre Oferta (VSO) médio do semestre foi de 13,5% ao mês, contra 19,1% ao mês informado entre janeiro e junho do ano passado. Em nota, a entidade reconhece que o mercado imobiliário entrou em um processo de retomada lento, mas gradual, mesmo diante das adversidades no cenário econômico.
Os lançamentos imobiliários de 2006 a 2010 têm uma média de 34 mil unidades lançadas. Mesmo diante do cenário econômico mais difícil, a entidade ainda prevê lançar 38 mil unidades neste ano. O número é bem próximo da performance do ano passado.
Estimativas
As vendas de imóveis novos na capital paulista em 2011 devem ficar 9% abaixo do apurado no ano passado, somando 32 mil unidades, segundo as estimativas do Secovi-SP.
Celso Petrucci, economista-chefe da entidade, considera o número satisfatório, visto que as vendas tinham caído pela metade no primeiro semestre. "Depois da venda de aproximadamente 36 mil unidades em 2010 estamos retornando à velocidade de cruzeiro no mercado", observou.
Metro quadrado
O preço do metro quadrado de área útil de imóveis novos subiu 8,6% em média no acumulado do semestre na cidade de São Paulo, de acordo com os cálculos do Secovi-SP. A conta considera o preço médio ponderado dos imóveis lançados no período de 12 meses.

Especialista alerta para bolha dos pequenos imóveis comerciais

Para professor do Núcleo de Real Estate da Poli-USP, só a desinformação dos pequenos investidores pode explicar os preços que vêm sendo pagos por esses imóveis

Consultório odontológico
Consultório: valores de venda de pequenos imóveis comerciais indicam bolha imobiliária
São Paulo – O polêmico debate sobre a bolha imobiliária brasileira só tende a esquentar à medida que os preços continuam em alta. Nos primeiro seis meses deste ano, o preço pedido pelos vendedores aumentou em média 14,6% nas sete principais capitais brasileiras, segundo o índice FipeZAP. EXAME.com mostrou no mês passado que há motivos tanto para acreditar que já existe uma bolha imobiliária no Brasil (clique aqui e veja) quanto para apostar que os preços não vão mudar de trajetória (clique aqui).
Em meio à falta de consenso entre especialistas, um dos poucos pontos de concordância é que o valor de venda das salinhas comerciais – que servem para abrigar escritórios de pequenas empresas ou consultórios, por exemplo – já passou dos limites. O que está acontecendo nesse mercado seria algo parecido com a bolha dos flats, que estourou na década de 1990 e gerou perdas a milhares de investidores.
Para o professor João da Rocha Lima Jr., do Núcleo de Real Estate da Poli-USP, os preços das salinhas comerciais só chegaram aos atuais patamares em cidades com São Paulo devido à desinformação das pessoas que estão investindo nesses imóveis. Leia abaixo um resumo de sua argumentação, extraída da carta trimestral do Núcleo de Real Estate da Poli-USP:
Preços crescentes não são sinônimos de bolha e tampouco são a causa. Só há motivos para preocupação quando o preço dos imóveis sobe acima da estrutura de custos das construtoras. É isso que está acontecendo agora com imóveis residenciais e comerciais. No primeiro semestre, a demanda por imóveis residenciais caiu, os custos da construção cresceram de forma moderada, mas índices de preços de imóveis como o divulgado pela FipeZAP ainda mostram uma alta acelerada dos valores de venda.
Em um mercado com oferta e demanda equilibradas, o preço deveria ser suficiente para cobrir os custos de construção, dar uma margem de cobertura de incertezas (necessária no Brasil porque o preço de um imóvel novo costuma ser fechado anos antes da conclusão da obra) e garantir um retorno adequado ao risco do empreendedor. Mas não é isso que está acontecendo. As evidências são de que o preço dos imóveis residenciais está acima de seu valor justo. O problema é ainda maior no mercado de salinhas comerciais.
Em tese, há três explicações que poderiam levar o Brasil a uma bolha imobiliária: 1) crédito irresponsável; 2) forte presença de capital especulativo; e 3) investidores desinformados. No país, entretanto, os bancos são bem mais cautelosos que no exterior para a concessão de financiamentos imobiliários.
O segundo fator que poderia estar por trás de uma bolha também pode ser descartado. No Brasil, não há forte presença de capital especulativo. Grandes capitais tendem a especular em mercados de maior liquidez, como bolsa de valores ou commodities, deixando para especuladores mais ingênuos o mercado imobiliário. A baixa velocidade das transações com imóveis pode comprometer o ponto de saída do especulador, fazendo com que o investidor agressivo possa perder os lucros antes de realizá-los.
Já investidor desinformado há em grandes quantidades no Brasil, especialmente no segmento dos pequenos imóveis de escritórios. Pipocam por aí lançamentos vendidos em sua totalidade com apoio em desinformação. O investidor é induzido a julgar o preço de venda por meio da sua comparação com valores irreais de locação que permitiriam a obtenção de retornos equivalentes a 10% ao ano com aluguéis.
Trata-se de uma fantasia corrente que embute uma série de vulnerabilidades. Considerando um preço de 8.778 reais por metro quadrado para uma salinha comercial e uma série de premissas otimistas (imóvel sem vacância, aluguéis reajustados pelo IGP-M todos os anos, edifício que permanece competitivo por duas décadas mesmo sem novos investimentos e ausência de custos com corretagem), é provável que o investidor obtenha uma taxa de retorno de 5% a 6% ao ano. Dessa forma, mesmo no melhor cenário, serão necessários ao menos 15 anos para a pessoa recuperar o capital investido.
As pessoas continuam comprando porque acham que imóveis, mesmo com suas restrições de liquidez, podem funcionar como ativos especulativos de curto prazo. O problema é que a compra é feita na planta. A renda mensal gerada pelo aluguel, portanto, só será recebida após a conclusão das obras, que em geral duram ao redor de três anos.
Em testes de estresse em que foram considerados cenários mais pessimistas (com eventuais períodos de vacância e despesas com imobiliárias, por exemplo), o retorno chega a cair para 3% a 4% ao ano. Se os cálculos forem feitos de uma forma realista, é provável que o investidor não recupere o dinheiro aplicado nem em 20 anos.
Para que o imóvel possa ser considerado um investimento interessante, é necessário que o preço pago por metro quadrado seja bem inferior ao da premissa estabelecida no cálculo acima (8.778 reais). O retorno bruto que normalmente é projetado, de 10% ao ano, só será alcançado se o investidor pagar 6.413 reais ou menos por metro quadrado – algo já difícil de encontrar em bairros nobres de São Paulo.
A única explicação para que o mercado continue aquecido é que há um grande número de investidores desinformados. Quando os prédios de escritórios em construção previstos para serem entregues no segundo semestre de 2012 chegarem ao mercado, os aluguéis provavelmente atingirão níveis mais baixos, provocando uma sensível desvalorização desses imóveis. O alarme de bolha é estridente.

Como investir em imóveis para obter uma renda mensal

Para quem tem muito dinheiro, os galpões logísticos viraram uma excelente opção; flats voltam a atrair investidor com menos recursos
 
 
 
 
Galpão da GR Properties em Jundiaí
Galpão da GR Properties em Jundiaí: retorno de 1,16% ao mês para investidores
São Paulo – Não são poucos os brasileiros que compram imóveis para garantir uma renda mensal ao longo dos anos. A principal dificuldade enfrentada por essas pessoas é escolher um imóvel que seja rentável para o proprietário e atrativo para os inquilinos durante décadas. No mercado imobiliário, o que mais se repete é que os imóveis comerciais costumam ser um melhor negócio que os residenciais para os investidores por dois motivos: 1) é possível fechar contratos de locação com prazos mais longos de duração; e 2) empresas geralmente pagam mais do que pessoas físicas, seja em restaurantes, hotéis ou ao alugar escritórios.
Mesmo apenas dentro do universo de imóveis comerciais, ainda há uma infinidade de opções para os investidores. Algumas delas, como a compra de salinhas comerciais, já não são mais consideradas decisões atrativas de investimento devido aos altos preços do metro quadrado (clique aqui e veja o alerta de um especialista para a formação de uma bolha nesse segmento).
Para entender onde ainda existem oportunidades, EXAME.com conversou com Guilherme Rossi Cuppoloni, sócio da GR Properties e um dos filhos de João Rossi, controlador da Rossi, uma das maiores incorporadoras do país. A GR Properties se especializou na incorporação de imóveis geradores de renda como condomínios de galpões logísticos, escritórios comerciais em bairros afastados e edifícios residenciais semelhantes a flats, mas não atua com shoppings, hotéis ou lajes corporativas. Leia a seguir os conselhos de Guilherme Rossi a quem planeja investir em imóveis para ter uma renda mensal:
Considero que os galpões industriais são a melhor opção para o investidor que planeja ter um imóvel perto de São Paulo. Esses galpões oferecem uma solução logística para as empresas, que precisam lidar com as restrições impostas para o tráfego de caminhões na cidade durante o dia. Não tenho dúvida que para essas companhias, o aluguel é a melhor opção. Comprar um terreno e montar um galpão próprio prejudica o balanço delas. A empresa empata um dinheiro que deveria ser aplicado na operação. Então existe demanda por esse tipo de imóvel.
Para o proprietário, a principal vantagem dos galpões é a rentabilidade. A GR Properties construiu um galpão logístico em Jundiaí que começou a ser locado há quase um ano. Reunimos 21 investidores e cada um colocou cerca de 3 milhões de reais no negócio. Hoje todos os espaços estão alugados. Os 60 milhões de reais investidos para erguer o imóvel permitiram uma geração de caixa mensal de cerca de 700.000 reais em aluguéis. É um retorno bruto de 1,16% ao mês – ou mais ou menos 1% descontados os impostos e as despesas administrativas.
É por isso que acho que os galpões são melhores investimentos que os escritórios de alto padrão, por exemplo. Em São Paulo, o retorno é maior. A escassez desse tipo de imóvel pode ser medida em números. Há um estoque total de cerca de 7 milhões de metros quadrados em galpões logísticos no Brasil enquanto que no México há existem milhões de metros. O estoque deles é mais do que seis vezes maior. Então temos aqui um cenário em o proprietário dá o preço para o aluguel – o melhor dos mundos para qualquer investidor.
Não estou dizendo que isso também não acontece com as lajes corporativas. Há tanto escassez de escritórios de alto padrão no Rio e em São Paulo quanto de galpões. A diferença é que há um número bem maior de lajes corporativas previstas para serem entregues nos próximos anos. Já os aluguéis dos galpões são e devem se manter atrativos. Como os atuais contratos são indexados ao IGP-M, esse rendimento tende a subir nos próximos anos. Se o preço dos imóveis continuar a subir, o investidor também sai ganhando – ainda que não seja possível contar com isso indefinidamente.
Em relação às salinhas comerciais, as vantagens dos galpões são ainda maiores. Esses pequenos escritórios são mais difíceis de alugar. Se a empresa precisa de 200 metros quadrados em um prédio com centenas de salinhas de 40 metros, tem que juntar cinco inquilinos com imóveis contíguos. É raro haver alguém para organizar isso. Então é provável que o contrato não seja fechado. Também não há uma estrutura de pós-venda para ajudar os investidores a conseguir inquilinos. Por último, é difícil de conseguir a adesão da maioria dos proprietários para realizar reformas e manter os imóveis competitivos.
O principal risco de qualquer imóvel comercial é a vacância. Como os galpões logísticos geralmente incluem poucas unidades, eu mesmo ajudo os investidores a conseguir inquilinos. Dou assessoria para o fechamento do primeiro contrato de locação sem cobrar nada a mais por isso. O outro risco é o de liquidez. Então também ajudo quem decide vender seu galpão a encontrar um comprador. Dos 21 proprietários de Jundiaí, cinco já se desfizeram do negócio em transações fechadas rapidamente.
Antes de entrar em um negócio como esse, o investidor deve ficar atento à reputação do incorporador. No momento em que os recursos são captados, a empresa só terá um projeto, as licenças de construção necessárias e um terreno onde talvez já esteja sendo feita a terraplanagem. O investidor precisa escolher uma empresa com bom histórico de entrega dos projetos prometidos para correr menos riscos.
Se fizer uma boa escolha, o investidor será recompensado. Quem compra um galpão no estágio inicial de construção pode obter um retorno mais alto lá na frente. Só consegue 1,16% de retorno quem compra primeiro o projeto. Quem entra nesse negócio quando o galpão já está pronto e com um inquilino dentro provavelmente vai obter algo mais próximo a 0,7% ou 0,8% do investimento em aluguéis mensais.
Outra coisa que todo investidor precisa olhar é a localização do empreendimento. É preciso estar perto de São Paulo. Mas em locais como o Rodoanel, por exemplo, acho que os preços ficaram inviáveis. Os terrenos estão caros demais. Então o preço de locação também será salgado para a empresa, o que eleva o risco de vacância. Pelo que tenho visto e feito, é mais inteligente comprar um terreno um pouco mais afastado da capital para depois cobrar um aluguel bem atrativo para a empresa. Foi por isso que decidimos construir em Jundiaí e que devemos entregar outros dois galpões industriais em Campinas , um deles ainda neste ano.
Para quem não pode colocar 3 milhões de reais em um imóvel, acho que os imóveis parecidos com flats podem ser um bom negócio. Esses imóveis estavam com preços muito interessantes há quatro ou cinco anos. Quem aproveitou muito bem a oportunidade para comprá-los a preços baixos foi o fundo imobiliário hotel MaxInvest [que, somente neste ano, já rendeu mais 58%]. Eles compraram a maioria dos flats de alguns edifícios, se tornaram síndicos do prédio e aprovaram reformas que tornavam esses imóveis atrativos para os inquilinos. O problema de alguns flats é que os prédios são velhos e necessitam de algum tipo de revitalização. Como venceram esse problema, eles estão ganhando um bom dinheiro.
Do ponto de vista do investidor, um ponto negativo dos flats é que os custos do condomínio costumam ser muito altos. O inquilino muitas vezes paga 3.000 reais por mês, por exemplo, mas só 1.500 reais chegam ao bolso do proprietário. O resto paga as despesas do prédio. Para driblar esse problema, a GR Properties vai lançar dois empreendimentos residenciais para locação, um na Vila Madalena, em São Paulo, e outro no bairro do Cambuí, em Campinas.
A ideia é que os edifícios tenham uma estrutura de serviços bem mais simples do que a que normalmente é oferecido em flats. Não será feita limpeza todos os dias, por exemplo. Teremos uma empresa terceirizada para prestar esse serviço duas ou três vezes por semana. Dessa forma, o custo mensal do condomínio será mais baixo, e mais dinheiro chegará ao bolso do investidor.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

6 coisas que você não deve fazer em uma negociação

Antecipar-se nas concessões e demonstrar insegurança são erros que podem colocar uma negociação em jogo

Camila Almeida, de
Sala de reunião
Propostas apresentadas também devem agradar quem está do outro lado da mesa
São Paulo - Na ansiedade de fechar acordos e ver seu negócio prosperar logo, muitos empreendedores confiam no instinto e deixam de lado as regras básicas de uma boa negociação ao sentar na mesa com potenciais clientes, parceiros e investidores. Confira, a seguir, seis erros que costumam ser cometidos durante negociações e saiba como evitá-los:

1. Fazer concessões antes do tempo
Um dos processos naturais da negociação é fazer concessões. Elas servirão como poder de troca para obter o que for mais importante para o seu negócio. Na pressa para concretizar o acordo, o empreendedor, por vezes, se adianta e já define quais suas concessões antes mesmo de se reunir com o outro lado, seja fornecedor ou cliente, e pratica a chamada concessão precipitada. “Em uma negociação, todas as possíveis concessões são o que consideramos importante matéria-prima para troca, ou seja, nós concedemos algo para obtermos aquilo que precisamos em troca”, explica o professor de cursos de negociação, Alfio Ferrari Filho. Com a falsa ideia de que isso irá agilizar ao processo, o empreendedor perde poder de barganha para analisar apenas o que lhe servirá de interesse. Em vez de ceder logo de cara, guarde bem suas cartas para, no momento oportuno, pedir algo valioso em troca.
2. Demonstrar insegurança
Seja diante de um fornecedor, cliente, parceiro ou investidor, você precisa passar credibilidade para o seu empreendimento e despertar nele a confiança em apostar no seu negócio. “O negociador profissional precisa controlar a emoção”, comenta Ferrari. O descontrole emocional, em geral, se origina na falta de preparo por parte do empreendedor e pode despertar insegurança e dúvidas em quem estiver do outro lado. Para evitar perder novas oportunidades, o professor recomenda fazer um check-list com os pontos que precisam estar esclarecidos: conhecimento sobre o produto a ser negociado e o mercado; conhecimento prévio das características da equipe que participará da negociação; análise do próprio poder de barganha, ou seja, o potencial para conseguir o que você quer da forma como deseja; determinação dos objetivos principais e possíveis concessões; definição dos limites da negociação.
3. Persistir no impasse
Quando não tem claro para si quais são os objetivos principais de uma negociação, o empreendedor pode acabar preso em impasses que poderiam ser resolvidas de maneira mais simples. Além de reduzir a insegurança, a preparação serve para que ele saiba de antemão o que pode ceder e propor trocas com o interlocutor. “Às vezes, as negociações travam por motivos que poderiam ser facilmente contornados, como valores e datas”, diz Ferrari. Fuja do impasse e leve soluções alternativas, sem se esquecer de que, se houver concessões, elas devem ser valorizadas para o outro negociador reconhecer o esforço e fechar o acordo.
4. Subestimar a concorrência
Queimar a empresa que compete no mesmo mercado que o seu já não cola mais. Quem quer que esteja recebendo sua proposta, precisa de motivos contundentes a seu favor para tomar a decisão, e não contra eventuais concorrentes. Fale sobre o mercado, sobre a inserção do seu empreendimento nele, destaque qual o diferencial em relação aos concorrentes e o que o cliente vai ganhar com isso.
5. Tomar decisões precipitadas
A pressa para encerrar uma negociação pode traz prejuízos para o empreendedor. Na hora de negociar com fornecedores ou com investidores, por exemplo, o ideal é comparar propostas diferentes e avaliar as vantagens de cada uma. Isso pode, inclusive, dar poder de barganha ao empreendedor nas duas frentes. “É preciso ter uma noção exata dos concorrentes e explorar o maior número de opções possível”, afirma Ferrari. Tome apenas o cuidado de ser transparente e deixar claro para todas as partes envolvidas que há outros no páreo.
6. Mostrar apenas o cenário perfeito
Na hora de negociar com investidores, faz parte da prepação levantar os possíveis desafios e dificuldades que seu negócio pode enfrentar. Mostrar somente o cenário positivo pode passar para à outra parte excesso de otimismo ou até ingenuidade. Pense em estratégias para três possíveis cenários - bom, médio e ruim - e não tenha medo de prejudicar a negociação ao mostrar que entende quais são os riscos. Isso mostrará a ele que você não está se atirando no desconhecido.

Você realmente sabe quem você é?

Eduardo Ferraz
Quem você realmente é? Uma pessoa dinâmica e empreendedora ou alguém impulsivo e agressivo? As definições que você interpreta sobre seus comportamentos nem sempre são reais. Já se perguntou como as pessoas a sua volta o veem, de verdade? O ser humano distorce as suas percepções para sentir-se mais competente do que é. A maioria das pessoas tende a exagerar suas habilidades e a não reconhecer suas falhas, e a maior consequência é que estas distorções induzem as pessoas ao erro, o que quase sempre as deixam frustradas e infelizes.
Uma pesquisa realizada pela Right Management, empresa especializada em soluções de consultoria, com quase seis mil participantes, mostrou que 48% responderam que “não estão felizes no trabalho”. Essa infelicidade provavelmente é fruto do baixo autoconhecimento, pois é comum as pessoas aceitarem um emprego sem analisar se as suas características de personalidade têm relação com o desafio do cargo.
Se, por exemplo, você se acha uma pessoa super divertida, e nem seus amigos o convidam para sair, provavelmente sua autopercepção está errada. Uma maneira de diminuir a distorção entre suas percepções e as dos outros sobre você é usar a Janela de Johari – criada em 1955 por dois psicólogos americanos, Joseph Luft e Harrington Ingham.
Vamos a elas:
· Arena: nesta janela se encontram os comportamentos conhecidos por você e por aqueles com quem você convive. Todos deveriam aumentar sua arena, pois os pontos fortes ficam mais evidentes e acabam sendo valorizados. Os pontos fracos também ficam explícitos, dando-lhe a oportunidade de ajustá-los ou aceitá-los melhor.

· Mancha cega: aqui a pessoa não percebe o impacto (positivo ou negativo) que os seus comportamentos causam, mas quem convive com ela percebe imediatamente. Para diminuir essa janela, você precisa aceitar feedbacks e analisá-los como caminho para se conhecer melhor. Reconhecer uma crítica não significa mudar a personalidade, e sim entendê-la melhor;

· Fachada: são os comportamentos que, pelos mais diversos motivos, a pessoa conhece, mas não quer que os outros conheçam. É na fachada que está a intenção de controlar os outros. Mas, atenção: jogar muito tempo na fachada é um péssimo negócio, as empresas podem não ter tempo para esperar que suas verdadeiras atitudes sejam mostradas;

· Desconhecido: representa fatores a personalidade que a pessoa não tem consciência e que os outros a sua volta também desconhecem. É o quadrante das motivações inconscientes.

O grande objetivo de usar a Janela de Johari é reforçar seu autoconhecimento para saber quais são os seus verdadeiros talentos e usá-los a seu favor. Portanto, aumente a sua ARENA, posicione-se de uma maneira mais transparente e saiba interpretar, de maneira construtiva, a opinião dos outros ao seu respeito. Só assim você saberá analisar se a empresa em questão é certa para você, e se você é o profissional certo para ela.
*Eduardo Ferraz é consultor em Gestão de Pessoas e especialista em treinamentos e consultoria In Company,com aplicações práticas de Neurociência comportamental. Possui mais de 30.000 horas de experiência prática. Autor do livro “Por que a gente é do jeito que a gente é?”, da Editora Gente.

6 Passos para Estimular um Liderado a Mudar o Comportamento

2 de maio de 2010 por: Fred Graef
Você às vezes se irrita com o comportamento de um liderado? Já falou para ele mudar e nada aconteceu? Você sente ansiedade por estar micro gerenciando as atividades de suas equipe? Talvez você precise pensar em como está se comunicando.
É frequente nos atendimentos individuais de coaching que faço para líderes, executivos e empresários este tipo de desafio. Muitos falam “perdi a calma”. Percebo que o problema de muitos desses clientes é dizer “o que deve ser feito” em vez de estimular o liderado a mudar. E qual a alternativa para este problema? Para que você fique mais confortável e despenda menos esforço siga os passos abaixo.

Em primeiro lugar, se aproxime mais das pessoas. Quando você conversa mais com seu liderado você passa a conhecê-lo melhor. E o que significa conhecê-lo melhor? Descubra seus valores, o que é importante para ele na vida. O que ele deseja e tem medo. Quais os sonhos e temores. Seja mais gente e menos “corporativo”. Conheça genuinamente a pessoa. É muita conversa e dá trabalho, mas é fundamental para a liderança: você se conecta. Organizações são feitas de gente e gente gosta de conexão, envolvimento e emoção. Este passo vai te ajudar no futuro a trabalhar os comportamentos do liderado. Além disso, saiba que se aproximar é mais do que um passo, é um processo sem fim.

Em segundo lugar, pare de julgar e fale apenas do comportamento. É difícil. A gente fala o tempo inteiro em dar feedback e na verdade julgamos, emitimos nossa opinião. Quando você julga, você distancia a pessoa de você e a coloca na defensiva. Para você focar no comportamento, aja como um repórter ou cientista. Apenas fatos e dados, sem advérbios nem adjetivos. Reporte o que aconteceu. Foco apenas na descrição do comportamento.

Em terceiro lugar, ligue o comportamento da pessoa às consequências. Analise todos os efeitos que podem surgir do comportamento do liderado. Fale dos impactos no cliente, na imagem da empresa ou na equipe, no clima organizacional, no que o outro setor pode pensar, no exemplo para outras pessoas e por aí vai. Expanda a consciência da pessoa e leve-a a ver o quadro mais amplo. Muitos líderes, executivos e empresários não percebem que às vezes as pessoas não se dão conta dos efeitos de seus comportamentos.

Em quarto lugar, traga-o para a mesma freqüência que você. Aqui você estimula a pessoa a mudar pelos motivos dela. Pergunte “o que estou dizendo faz sentido?”. “Alguém pode pensar como eu estou pensando?”. “Eu sei que você não fez por mal, mas concorda que este tipo de consequência pode ocorrer”? Você estimula o liderado a elevar a consciência. Caso você perceba que a luz não acende, faça a pessoa refletir sobre os seus próprios motivos. Aqui entra o que você fez no primeiro passo. Convide a pessoa a pensar sobre os valores dela. O que ela ganha por mudar o comportamento e o que ela perde por não mudar. Esta etapa é a chave para uma pessoa mudar: ela encontra seus próprios motivos. É seu liderado que deve querer mudar. Ele percebe um ganho pessoal.

Em quinto lugar, vem talvez uma grande mudança de como muitos líderes fazem. Aqui, não diga o que o liderado deve fazer. Convide-o a criar a alternativa. Faça uma pergunta poderosa do tipo: “muito bem, o que você vai fazer de diferente a partir de agora?”. Caso ele responda “vou mudar, vou melhorar, vou ficar atento”, pergunte: “o que especificamente você vai fazer e quando”?. Mudanças não vêm com intenções, apenas com ações. Assim, estimule a pessoa a definir uma ação e uma data. Este passo cria o comprometimento do liderado. Ele é o pai da idéia, portanto se responsabiliza, se compromete e percebe mais valor na ação.
Em sexto lugar, acompanhe. Combine com a pessoa uma data para falarem sobre os resultados e os aprendizados da mudança de comportamento. Ele se compromete e valoriza a tarefa. E por favor, faça o acompanhamento. Converse sobre o que ele aprendeu na mudança.
Este processo é mais trabalhoso do que “dizer o que fazer”. Contudo, faz o principal por você e pelo outro. Por você, desenvolve a sua capacidade de liderança pois você influencia pessoas. Pelo outro, apóia o crescimento dele. Seu liderado muda o comportamento pelos motivos dele e não porque você diz para ele o que fazer. Já passou a época do bumbo e da cenoura. Pense nisso!